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7 casos da vida real que mais parecem histórias de Halloween

Por Lucas Massao Atualizado em 4 jul 2018, 20h33 - Publicado em 31 out 2013, 16h27

Dizem que a vida imita a arte. Nessa lista vamos provar que a vida também pode imitar as lendas dos monstros do Halloween. Apague a luz e leia essas histórias que se encaixariam muito bem em qualquer livro de terror.

HALLOWEEN

7– Frankenstein

Mito: O cientista louco Victor Frankenstein montou uma criatura usando partes de cadáveres e depois a trouxe a vida aproveitando a eletricidade de raios.
Vida real: Um mercado norueguês achou que seria engraçado dar uma trolada nos clientes e colocou partes falsas do corpo humano no açougue da loja. As “carnes” ainda eram cobertas com sangue de mentira e estavam etiquetadas com uma tabela nutricional inventada.

6 – Vampiro

Mito: O vampiro já virou figurinha carimbada no Halloween. Ele é um ser que sobrevive bebendo o sangue de animais e humanos. Seus pontos fracos são a luz, crucifixos, alho e água-benta.
Vida Real: Richard Chase ficou conhecido como o “Vampiro de Sacramento”. Por quê? Ele foi responsável por sequestrar, eviscerar e beber o sangue de seis pessoas entre 1977 e 1978. Ironicamente, em seu julgamento, Chase disse que escolhia suas vítimas aleatoriamente, mas não entrava em casas cujas portas estavam fechadas, hábito parecido com o dos vampiros.

5 – Múmia

Mito: A ideia de que múmias seriam criaturas do mal surgiu no Egito Antigo, pois ladrões de tumbas de faraós geralmente adoeciam após suas empreitadas em busca de tesouros. A lenda de voltar à vida surgiu na época da Inglaterra Vitoriana (entre 1837 e 1901), quando um show em que múmias eram “despidas” começou a fazer sucesso em Londres. A escritora Jane Loudon Webb se inspirou na apresentação e escreveu um livro sobre uma múmia que voltava a vida em busca de vingança.
Vida Real: Um caso chamou atenção da polícia e da mídia russa em 2012. Anatoly Moskvina foi preso por exumar corpos de cemitérios. O engraçadinho ainda guardava os “amiguinhos” em casa. Na hora da prisão, 27 cadáveres mumificados foram encontrados em seu apartamento.

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4 – Cavaleiro sem cabeça

Mito: Em uma das versões da história, o cavaleiro sem cabeça seria um soldado que lutou para reprimir a Revolução Americana e teve sua cabeça decepada por uma bala de canhão durante a batalha de Chatterton Hill, em 1776. Seu corpo foi enterrado em um cemitério de uma igreja e, segundo a lenda, é de lá que ele sai para assombrar a região.
Vida Real: A galinha Mike vivia em uma fazenda. Certo dia, seu dono foi decepa-la para prepara-la como jantar. Porém, o corte foi feito de um jeito que sobrasse o máximo de pescoço possível (o convidado que a família estava recebendo adorava pescoço de galinha). Na manhã seguinte, ao buscar o cadáver, o dono de Mike viu a galinha dormindo naturalmente junto com suas amigas penosas. A explicação? O corte do machado acabou deixando uma quantidade de cérebro suficiente para fazer a ave continuar viva!!!!!!!! Ela ciscava o chão, tentava limpar as penas e corria pelo galinheiro. A coitada acabou morrendo 18 meses depois, ao se engasgar com a comida que era enfiada por sua traqueia.

3 – Espantalho

Mito: A figura do espantalho sempre esteve ligada a agricultura. Os pássaros costumavam devorar as plantações de fazendeiros, até que alguém teve a brilhante ideia de colocar um homem feito de palha no meio do campo para espantar as aves. Obviamente, uma figura que foi feita para assustar acabou sendo incorporada a mitologia do Halloween.
Vida Real: Ele pode não ser feito de palha ou estar vestido como um fazendeiro, mas o Homem Biônico construído por dois cientistas ingleses consegue andar, falar e respirar tão bem quanto qualquer espantalho mal-assombrado. O robô custou 1 milhão de reais para ser construído. Mesmo custando tão caro, o resultado é impressionante e mostra que finalmente estamos perto da realidade daquele filme “Eu, robô”.

2 – Bruxa

Mito: Assim como o Vampiro, a Bruxa também sempre mostra a cara no Halloween. O modo como ela é descrita varia muito de cultura para cultura, mas a figura de uma velha com nariz pontudo, cabelos bagunçados, verrugas e que usa uma vassoura para voar por ai está sempre presente.
Vida real: Mas a bruxa é só um mito, né?! Não para alguns vilarejos em Gana. Neles, mulheres são frequentemente acusadas de bruxaria. Basta que alguém morra misteriosamente ou sonhe com alguma mulher do vilarejo fazendo algo estranho, para que a acusada seja mandada para um dos seis “campos de concentração para bruxas” do país. Lá, as mulheres passam por uma série de provas, como beber sangue de galinha, para provar que não sabem fazer magia.

1- Lobisomem

Mito: Os lobisomens são representados como homens que conseguem se transformar em lobos ou, como é mais comum, em uma forma híbrida entre homem e animal. A ideia de que eles se transformam durante a Lua Cheia, porém, não é tão válida assim. A associação surgiu porque a Lua Cheia é normalmente relacionada com a insônia e a insanidade.
Vida Real: Se você acha isso tudo fantasia, espere para ver o que aconteceu na cidade de Jefferson, no estado de Nova Iorque, Estados Unidos. Na noite da Lua Cheia, a polícia costuma atender vários chamados de um homem que uiva para os carros no meio da estrada. Além disso, Heather Kelly, recepcionista de um hotel na cidade, diz que os homens costumam se comportar de uma maneira diferente nessa noite “Eu trabalho em frente ao bar do hotel. Nas noites de lua cheia, parece que eles bebem mais, ficam mais agitados… tenho que dizer que tomo mais cuidado, pois sei que a noite vai ficar interessante”. Disse a recepcionista em entrevista para o jornal Waterton Daily Times.

– O que é a criptozoologia?

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