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Qual a maior pontuação que alguém já tirou em um teste de QI?

Foi 230. O matemático Terence Tao já tinha um doutorado aos 21 anos.

Por Oráculo Super
Atualizado em 29 jun 2020, 15h43 - Publicado em 13 set 2018, 20h32

O recordista é o matemático Terence Tao, com ridículos 230 pontos. Ele terminou o Ensino Médio com 7 anos e obteve o título de Doutor aos 21.

Nos últimos anos, três crianças conseguiram a pontuação de 162 no processo de avaliação da Mensa, a famosa sociedade exclusiva para pessoas de alto QI.

Isso não quer dizer que esses geniozinhos sejam os seres humanos mais inteligentes da Terra.

É que não existe um único teste padronizado para avaliar o nível de inteligência das pessoas. Mesmo entre as oficiais e confirmadas pelas ciência, há um punhado de avaliações diferentes. Só dentro da Mensa, três métodos são reconhecidos. 

Além disso, essas crianças não passaram pelo mesmo teste que seria aplicado a um adulto. Essas provas levam em conta a faixa etária – só indicam, portanto, que há uma inteligência acima do esperado para determinada fase da vida. Sabendo disso, fica complicado comparar gente de idades muito diferentes.

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Em terceiro lugar, vale lembrar que não existe “nota 10” quando estamos falando de teste de QI.

No Wais-IV, nome dado ao mais difundido teste de QI, não existe um teto. Pior: quanto maior a pontuação, menos ela diz sobre uma pessoa.

Uma nota 100 significa uma inteligência mediana. Pessoas de inteligência muito superior tiram a partir de 130. A partir de 160, o teste perde a capacidade de assimilar todas as nuances dessas mentes brilhantes. 

Por fim, uma quarta observação: testes de QI tem um passado obscuro como ferramentas usadas para programas de eugenia (higienização genética) nos EUA e na Europa na primeira metade do século 20.

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Uma criança não tem só inteligência inata, mas também desenvolve o raciocínio lógico por meio da prática – de maneira que crianças em condições socioeconômicas piores tendem a ter desempenhos piores. E os testes de QI não dão conta de medir outras manifestações de inteligência, como a criatividade.

Pergunta de Henrique Lima, Brasília, DF

Fontes: Cadu Fonseca, presidente da Mensa Brasil; livro Ungifted: Intelligence Redefined, de Barry Kaufman; Triple Nine Society.

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