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Dica TdF – Jurassic World

Por turma-do-fundao
Atualizado em 4 jul 2018, 20h34 - Publicado em 15 jun 2015, 20h07

Allan Murilo

jurassicworld4

A franquia Jurassic Park é bastante querida do público. O inesquecível filme original, de 1993, teve duas sequências: The Lost World em 1997 e Jurassic Park 3 em 2001 – ambas dispensáveis. Com Jurassic World, dirigido por Colin Trevorrow, a franquia tenta retomar seu prestígio e se renovar para um novo público.

[Atenção: este post contém spoilers]

Claire Dearing (Bryce Dallas Howard) é a diretora do parque, que foi reaberto e é visitado por pessoas de todo o mundo. Quando seus sobrinhos Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Simpkins) vêm visitar o parque, ela precisa se dividir entre ficar com a família e cuidar dos preparativos para a nova atração do parque, o Indominus Rex, uma espécie inédita, criada a partir de manipulação genética.

É claro que o novo dino escapa e é claro que as crianças estão no meio da correria. Resta a Claire e a Owen Grady (Chris Pratt), um treinador de velociraptors, resgatarem os meninos e tentarem conter o caos que se instala na ilha.

Numa mistura de reverência e fan service pesado, quase tudo em Jurassic World faz alusão ao primeiro filme. Parece que os produtores reconhecem que simplesmente não vão superar o filme original, mas querem emprestar um pouco do prestígio dele. Vemos o prédio do primeiro filme em ruínas, o dilofossauro, os jipes, os mosquitos no âmbar e até o Mr. DNA.

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“E agora, o incrível salto Free Willy!”

Algumas cenas fazem total referência ao primeiro filme, como a luta de velociraptors contra o Indominus Rex (lembra a luta contra o T-Rex). Outra cena é quando os meninos estão na Girosfera e estão andando entre alguns dinossauros herbívoros. Alguns deles começam a correr, fazendo referência ao primeiro novamente.

Evidências tecnológicas também são mostradas em abundância ao longo do filme, dando destaque ao centro interativo em um dos ambientes do parque. A cena em que estão entrando no Jurassic World, com a abertura do imenso portão, alude ao primeiro filme, dando um ar nostálgico a todos que assistiram ambos. Poder ver aqueles portões abrir novamente é uma das coisas mais arrepiantes e emocionantes que acontecem ao longo da obra.

Essa cena acontece ao som da música-tema composta pelo genial John Williams para o filme original, que retorna aqui em vários momentos, com pequenas mudanças de arranjo. A ótima trilha sonora, aliás, é um dos pontos-chaves de Jurassic World. Ela é bem colocada em todos os momentos do filme, fazendo com que o espectador se sinta como se estivesse no parque, vivendo as cenas.

Jurassic World
“Que jeito irresponsável de brincar de bola de gude”

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Os atores estão muito bem em seus papéis. Chris Pratt empresta seu carisma a Owen, enquanto Bryce Dallas Howard consegue criar empatia com sua personagem workaholic (cujas decisões no começo do filme são essenciais para seu desenrolar). Mas o destaque é para o ator mirim Ty Simpkins, inteligente e dramático ao mesmo tempo, que cria o elo mais natural com o telespectador – afinal, quem não quer ser uma criança em um mundo de dinossauros?

Foi mantido o ar de suspense, que faz sempre parecer que algo vai dar errado. Mas Jurassic World tem um ar de realismo diferente dos filmes anteriores, com mais mortes, cenas mais fortes e até momentos chocantes.

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“Calma, gente! Eu juro que consigo um papel pra vocês em Guardiões da Galáxia 2″

O desfecho é muito surpreendente, e a cena final traz uma ideia genial, mostrando que o homem pode sim tentar de tudo, criar diversos tipos de criaturas, porém nada substitui a natureza e ela sempre permanecerá no topo. Sim, essa é a mensagem que o filme nos passa, e de uma forma muito inteligente.

No final, Jurassic World se mostra um filme incrível, que deve ser visto e revisto inúmeras vezes, contando com poucos defeitos. O resultado final é muito bom.

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nota4

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