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Fazer sexo sob efeito de maconha é melhor que transar bêbado

Pesquisadores da Universidade de Nova York avaliaram como o uso de maconha e do álcool influencia as experiências sexuais

Por Pâmela Carbonari Atualizado em 20 abr 2018, 14h00 - Publicado em 11 ago 2016, 22h15

Fazer sexo é uma atividade tão ancestral quanto a curiosidade humana em se entorpecer. Se juntarmos estes dois prazeres tão democráticos a satisfação vem em dobro? A conta é simples, mas o resultado não é exato. Assim como existem várias formas de sentir prazer a dois (ou mais), as potencialidades de se satisfazer sexualmente sob influência de álcool e outras drogas também são diversas.

Pensando nisso (e naquilo), um grupo de cientistas da Universidade de Nova York tentou responder à seguinte pergunta: qual o nosso melhor aliado na cama, álcool ou maconha? Os pesquisadores entrevistaram 24 nova-iorquinos com idades entre 18 e 35 anos que já haviam transado sob efeito das duas substâncias — foi considerado “sexo” como qualquer atividade envolvendo alguma forma de contato genital com outro indivíduo em que os ambos podem chegar ao clímax.

Os jovens foram questionados sobre as principais diferenças entre transar chapado e bêbado. A maioria dos entrevistados contou que a bebida diminuiu a sensibilidade corpórea durante a relação, mas aumentou a confiança e a vontade de transar. Enquanto isso, a erva os deixou mais pensativos e melhorou a percepção das sensações físicas. T(r)ocando em miúdos, sob efeito de maconha os orgasmos foram mais prazerosos.

Grande parte deles também relacionou bebida com arrependimento (quem nunca, não é mesmo?). Bêbados estão mais suscetíveis a fazerem más escolhas, como conta um homem de 20 anos, voluntário da pesquisa: “Às vezes transo com meninas com quem não transaria se estivesse sóbrio. Sinto que a maconha apenas aumenta a atração e a conexão entre as pessoas, já o álcool causa muitos constrangimentos”.

Os cientistas notaram que as chances de acordar com um desconhecido (a) na cama são menores se você tiver usado maconha. E a explicação é simples: as pessoas bebem em bares, locais públicos, lugares onde há mais possibilidades de parceiros sexuais. Como fumar maconha não é uma atividade tão amplamente legalizada e socialmente aceita, o baseado fica restrito a situações mais privadas e intimistas em que as pessoas geralmente já se conhecem — ok, não é à prova de erros, mas a chance de acertar o nome da pessoa no dia seguinte aumenta.

Os pesquisadores querem replicar a pesquisa em um número maior de voluntários, pessoas não-heterossexuais e indivíduos que fumam e bebem com menor frequência. Mas acreditam que a fama de que o álcool apimenta a relação e dá mais confiança, e de que a maconha torna a experiência mais sensual e sensitiva vá se confirmar nas próximas edições do estudo.

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