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Os capitães da SUPER

Editorial

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h47 - Publicado em 19 nov 2012, 22h00

Alexandre Versignassi

É da cabeça deles, da forma como eles entendem e filtram o mundo, que sai a maior parte do que você vê aqui. Estou falando do Bruno Garattoni, da Karin Hueck e do Felipe van Deursen. Os capitães da SUPER. Os editores. Com eles, você pode ter certeza: sua revista está em ótimas mãos.

O Bruno eu conheço desde a faculdade, há 14 anos, quando ele era o cérebro mais fértil daquele prédio. Na virada do século, já estávamos trabalhando juntos na Folha de S.Paulo, onde o Bruno começou a virar uma das maiores referências do País no jornalismo de tecnologia. E hoje ele é mais do que isso. Para começar, fez com a nossa seção de notícias o que o Messi fez com o Barcelona: transformou-a na mais lida e elogiada da revista. Mas se você quiser entender mesmo o que o Bruno consegue fazer com a bola no pé, vá até a página 64. Lance de gênio, amigo da SUPER!

E para entender do que a Karin é capaz basta saber como ela veio parar aqui, há quase cinco anos. Depois de passar pelo funil bravo que é entrar no Curso Abril de Jornalismo, a Karin ainda foi considerada uma das mais promissoras da turma dela. E acabou chamada para um programa de treinamento que dava a chance de trabalhar em várias das maiores publicações da Abril, passando alguns meses dentro de cada redação (um sonho para qualquer jornalista). Depois desses namoros com outras revistas, ela tomou uma decisão: casar com a SUPER. Agora os frutos da escolha dessa moça nascida no Brasil e criada na Alemanha já são parte da nossa história: no livro que lançamos com as 25 melhores matérias da revista em todos os tempos, três são dela. Eficiência germânica é isso aí.

E tem a eficiência belga também. No caso, a do Van Deursen. Esse neto ilustre dos Países Baixos, nascido no Carnaval e criado no bar, chegou em 2011 e trouxe um baita gás novo: logo de cara, fez algumas das nossas reportagens mais originais e comentadas dos últimos anos. Se você não leu a matéria em que ele narra como é passar um mês sem mentir, compre o livro com o melhor dos 25 anos da SUPER. Está lá, lógico.

Bom, matérias históricas à parte, a função principal desse trio é coordenar uma equipe de dezenas de repórteres (entre eles, aliás, os que já começam a virar editores também, caso do Luiz Romero, sobre quem você ainda vai ler muito neste espaço). Hoje, afinal, a SUPER não é mais uma revista. É uma fábrica de divulgação do conhecimento humano. Fazemos 25 edições por ano (13 normais e 12 especiais)- em 2013, vão ser 27. Isso mais blogs, edições para tablet, livros e o que mais vier. Que venha mais, então. Porque com esses três qualquer trabalho fica mais fácil.

Um abraço.

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