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Tribunal do júri vai à mesa

Promotores de um lado e defensores de outro brigam para ganhar os jurados <b>Veredicto</b> – jogo para dois ou quatro participantes, criado por Milton Célio de Oliveira e produzido pela Toyster Brinquedos S. A.

Por Redação Superinteressante Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 jul 2009, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h50
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No ambiente dos jogos, há certos temas que parecem inspirar mais os criadores, se comparados com outros. O mundo das altas finanças, por exemplo, sempre teve destaque, juntamente como o universo de conflitos bélicos de todos os matizes – desde simplórios guerrinhas localizadas até grande e pirotécnicos conflitos nucleares. Ao contrário, outros temas não têm merecido uma atenção proporcional, embora não têm merecidos uma atenção merecido uma atenção proporcional, embora tenham potencialmente um grande apelo popular. É o caso dos julgamentos, ou, mais especificamente, do tribunal do júri. A Toyster percebeu isso e lançou Veredicto, no qual os participantes se dividem em duas equipes: acusação e defesas. Seu objetivo, naturalmente, é convencer os “jurados”, impessoalmente representados por sete cartas sobre o tabuleiro. Cada jurado tem uma personalidade característica, simplificadamente representada por uma determinada cor. Assim, um jurado verde e um vermelho podem reagir de modo diferente diante de uma mesma acusação.
Para “argumentar”, os jogadores dispõem de um baralho cujas cartas trazem pequenos textos, incriminando ou inocentando o réu. Algumas, neutras, trazem apenas a frase inicial – a continuação deve ser improvisada pelo jogador. Entretanto, o conteúdo dos improvisos serve apenas para manter o clima, pois o que importa mesmo são as cores das cartas, indicadoras de quais jurados serão sensibilizados com o seu uso. Cada vez que isso acontece, o jurado recebe uma ficha de influância, cujo valor permanece, oculto até o final da partida, quando todas são reveladas simultaneamente, para definir o seu voto a favor ou contra o réu. Veredicto não é um jogo de argumentação lógica ou dedução – como se é levado a imaginar, mas converte o tema para um agradável jogo de cartas de final empolgante, porque quase sempre é imprevisível.

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