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Medieval ou Iluminista?

Essa aparente contradição, explica o americano Roger Scruton neste novo volume da série ¿Mestres do Pensar.

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h59 - Publicado em 31 jul 2001, 22h00

Hamilton dos Santos

Baruch de Spinoza (1632-1677) é um filósofo difícil e essencial. Difícil porque seus escritos levaram às últimas conseqüências a idéia de que ética e metafisicamente tudo pode ser demonstrado. Essencial porque, entre outras coisas, foi o primeiro a analisar a ciência como agente dessacralizador do mundo. Simultaneamente, pregava o apego intelectual a Deus. Essa aparente contradição, explica o americano Roger Scruton neste novo volume da série “Mestres do Pensar” (Loyola), é o que faz com que Spinoza seja visto ao mesmo tempo como o pai do Iluminismo e o último guardião da Idade Média.

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