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Os truques de Stanley Kubrick, um mundo cyberpunk para explorar, o game que reinterpreta a Guerra Fria - e o diário de uma chinesa de Wuhan

Por Bruno Garattoni 16 nov 2020, 15h53

A fusão de GTA e Blade Runner

O mundo é dominado por meia dúzia de megacorporações. O avanço tecnológico perdeu o rumo, e as cidades se tornaram pobres, violentas e escuras. Esse é o enredo do clássico dirigido por Ridley Scott em 1982. E também deste game, em que você assume o papel de um mercenário cujo único objetivo é sobreviver. O jogo se passa em Night City, uma enorme metrópole fictícia: tem o dobro do tamanho da Los Angeles retratada em GTA.

Cyberpunk 2077. Para PlayStation, Xbox e PC. US$ 60.

Os segredos de Kubrick

Os efeitos especiais do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço são impressionantes até hoje – e se você considerar que foram feitos nos anos 1960, sem computação gráfica, mais ainda. Este livro de mesa, que está sendo relançado pela editora alemã Taschen, usa infográficos e fotos de bastidores para revelar como o diretor Stanley Kubrick fez tudo isso (spoiler: a primeira cena, com os macacos, já envolve um truque genial).

The Making of Stanley Kubrick’s 2001. R$ 500.

 

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O lado oculto da Guerra Fria

A série de games de tiro Call of Duty segue uma fórmula simples: ação frenética e histórias bobinhas. Este é diferente, pois tem uma premissa interessante: reimagina as operações militares clandestinas, que incluem assassinatos, sequestros e tentativas de golpe de estado, realizadas pelos EUA e pela URSS ao longo de décadas – com direito a uma participação especial, impagável, do ex-presidente americano Ronald Reagan.

Call of Duty: Black Ops Cold War. Para PlayStation, Xbox e PC. US$ 60. 

 

 

“Já se passaram seis dias. Continuam nos dizendo que o pico do surto será nos próximos dois”,

escreve a chinesa Wang Fang, moradora de Wuhan, neste diário em que narra os 76 dias de lockdown absoluto imposto pelas autoridades à metrópole de 11 milhões de habitantes, onde a pandemia de coronavírus começou. O livro reúne os textos que ela publicou durante a quarentena, sob o pseudônimo Fang Fang, no site Weibo (uma rede social chinesa), e logo atraíram milhões de seguidores.

Diários de Wuhan. R$ 50.

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