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Credo, que delícia!

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Descubra o que acontece no nosso corpo quando comemos o novo DORITOS® HEATWAVE®

Consumir alimentos apimentados é uma tradição bastante antiga. Estudos indicam que habitantes da América Latina já ingeriam pimenta misturada com vegetais cerca de 6 mil anos atrás. Na Europa, ela só se popularizou depois que os navegantes portugueses e espanhóis descobriram a rota para o Novo Mundo a partir de 1492.

Por aqui, no Brasil, esse ingrediente é indispensável no prato de muita gente. Os baianos que o digam! O estado é um dos maiores produtores – e consumidores – de pimentas do país, com destaque para a malagueta. Não à toa os novos sabores apimentados de DORITOS® HEATWAVE®, Chipotle e Barbecue, foram lançados primeiro lá, antes de chegar a todo Brasil.

A novidade traz uma tecnologia inédita que garante uma experiência intensa de duas etapas em uma mesma mordida. Primeiro, você sente o sabor. Depois, ao mastigar, a coisa começa a esquentar: é a pimenta fazendo efeito. Quer saber como o corpo reconhece o que estamos comendo e reage a todo esse calor? Olha só!

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(Marcos de Lima/Abril Branded Content)

O quinteto dos sabores

A língua é a peça central do paladar. Ela é a responsável por distinguir o gosto dos alimentos. Esse órgão muscular está forrado de papilas gustativas, que são imediatamente ativadas quando um alimento ou bebida é colocado na boca. Funciona assim: receptores presentes nas células das papilas identificam os sabores e enviam um sinal elétrico ao cérebro.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, existem cerca de 8 mil papilas gustativas espalhadas pela língua. Conseguimos identificar 5 sabores básicos diferentes: doce, salgado, azedo, amargo e umami – este último, presente em alimentos como queijo parmesão e tomate. Pessoas muito sensíveis aos sabores podem ter até duas vezes mais papilas do que uma pessoa comum.

Nariz, pra que te quero?

O olfato também é importantíssimo no processo. Aliás, para o cérebro, o gosto de uma comida é a fusão entre o sabor, a qualidade e o aroma. Quando você mastiga uma tortilha de DORITOS®, por exemplo, ela libera substâncias químicas que sobem para o nariz e acionam os receptores olfativos situados no final da passagem nasal, na parte interna superior. Esses receptores identificam o cheiro do alimento e avisam o cérebro. Assim, paladar e nariz trabalham juntos para recriar o gosto completo do alimento. É por isso que quando estamos gripados a comida parece não ter sabor, pois nosso nariz está congestionado.

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(Marcos de Lima/Abril Branded Content)

Mas e por que a pimenta arde?

A ardência das pimentas é, na verdade, uma armadilha. As pimentas meio que enganam o cérebro e fazem pensar que a boca está em chamas. Isto porque a capsaicina, uma substância química presente nos tipos de pimentas mais usados na alimentação, como malagueta, dedo-de-moça, tabasco e na que tem nos novos DORITOS® HEATWAVE®, passa essa mensagem. Ela estimula os nervos que respondem ao calor e induz o cérebro a acreditar que o corpo está superaquecendo.

É por isso que muita gente começa a suar. O organismo reage, tentando se refrescar. E dependendo do quão picante é o alimento – e da resistência da pessoa –, a capsaicina ativa ainda outros nervos da pele. Algumas pimentas têm efeito instantâneo; outras podem levar alguns segundos para provocar a sensação de pungência. Ao provar os novos DORITOS® você percebe bem esse mecanismo. Primeiro você sente o sabor de Chipotle e Barbecue e, depois, vem a onda de calor.

Capsa o quê?

Outro efeito dos alimentos com capsaicina é o aumento da sensação de bem-estar. Sabe os receptores de calor que são estimulados por essa substância? Então, eles são tecnicamente conhecidos como fibras de dor. Ao serem ativados, o cérebro responde liberando endorfina, analgésicos naturais do corpo, o que faz você se sentir mais feliz e relaxado.

Ficou curioso para experimentar os novos DORITOS® HEATWAVE®? Corre que a edição é limitada!

Fontes consultadas:

Wyoming UniversityScientific American, Scientific AmericanScientific AmericanEmbrapaHarvard UniversityChile Pepper Institute.