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7 lugares turísticos espalhados pelo mundo para entender o Império Romano

A SUPER lançou em outubro a edição especial "265 lugares para conhecer a história da humanidade". Aqui você pode viajar um pouquinho pelos lugares mais marcantes da Roma Antiga.

Por Da Redação Atualizado em 4 nov 2016, 19h20 - Publicado em 13 out 2016, 19h45

1. Roma, Itália

O mais famoso vestígio da Roma Antiga é o Coliseu, de 80 d.C. Além de sediar lutas de gladiadores e “caçadas” de leões a criminosos, era realizada ali a Naumachia, espetáculos em que transformavam a arena num piscinão para simular batalhas navais, feito inclusive na inauguração. O ingresso para o Coliseu dá direito a visitar também o Fórum Romano, levantado no século 1 a.C. para aumentar o espaço público da cidade governada por César. Antigo centro comercial, religioso e político, ainda exibe colunas, arcos de pedra e outros sinais de templos e igrejas. Próximo fica o preservado Panteão, construído como templo politeísta em 27 d.C., refeito pelo imperador Adriano entre 118 e 125 d.C. e atualmente utilizado como igreja católica. Na entrada, 16 colunas coríntias sustentam o frontão triangular; lá dentro, o óculo da cúpula provê iluminação e ajuda a sustentar o domo. O Panteão guarda os restos mortais do pintor renascentista Rafael Sanzio e dos reis Vittorio Emanuele 2º e Umberto 1º.

2. Éfeso, Turquia

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Em um belo e amplo sítio arqueológico que pode ser conhecido a partir de Kusadai, balneário turco no mar Egeu, Éfeso combina relíquias dos tempos em que foi governada por persas, gregos, romanos, bizantinos e otomanos. Veja o Templo de Adriano, com um conjunto de sete casas decoradas com mosaicos e afrescos, o anfiteatro com capacidade para 25 mil pessoas e a Biblioteca de Celso, construída no início do século 2.

3. Cartago, Tunísia

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Às margens do Golfo de Túnis, na capital da Tunísia, as ruínas revelam alguns traços da cidade-estado que ficou conhecida pelo domínio comercial que exercia no norte da África – e que, entre os séculos 9 a.C. e 12 d.C., foi sucessivamente governada por fenícios, romanos, germânicos e árabes. Os destaques são a acrópole de Byrsa, onde há uma catedral construída em 1890 e dedicada a São Luís, os banhos públicos batizados com o nome do imperador Antoninus Pius, o teatro e o santuário do deus-sol Baal-Ammon. No Museu de Cartago ficam expostos objetos do cotidiano, como uma mamadeira de cerâmica, além de mosaicos, máscaras e dois sarcófagos de pedra do século 4 a.C.

4. Volubilis, Marrocos

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Mostrado no filme A Última Tentação de Cristo (1988), de Martin Scorsese, cobre uma área de 42 hectares com belos mosaicos, estátuas e um impressionante muro com arcadas de um tribunal do século 3. Feito com a pedra local zerhoun, o Arco Triunfal, perfeito para fotos, foi construído no ano 217 em homenagem ao imperador Caracala.

5. Leptis magna, Líbia

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Pouco visitada devido aos conflitos que assolam o país, é uma majestosa cidade romana aos pés do Mar Mediterrâneo. A casa do imperador Septímio Severo (145-211 d.C.) foi abandonada depois da conquista árabe no século 7 e permaneceu coberta de areia até ser revelada por colonizadores italianos nos anos 1920. Arcadas, colunas, anfiteatro, templos e um fórum descansam bem conservados.

6. Pompeia, Itália

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Quando desapareceu debaixo das cinzas do Vesúvio, em 79 d.C., Pompeia tinha cerca de 20 mil habitantes e era produtora de vinho e azeite. Oculta durante 1.600 anos, foi redescoberta por um agricultor no final do século 18. Hoje, casas, prédios públicos, aqueduto, teatros, termas e outras construções estão abertas à visitação junto a belos afrescos romanos e corpos humanos petrificados, cujas expressões foram mantidas intactas.

7. Bath, Inglaterra

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A cidade de Bath, na Inglaterra, surgiu em torno da antiga Aquae Sulis, cidade romana erguida no século 1 d.C. sobre três fontes termais – e que praticamente deu origem ao que conhecemos como spa, um lugar para relaxar e cuidar da saúde. Uma visita ao complexo dos Banhos Romanos permite ver a piscina milenar com água aquecida a 46 °C e os vestígios das saunas, dos vestiários e de um templo dedicado à deusa Minerva. O museu anexo informa e diverte: projeções imaginam o cotidiano dos banhistas romanos e a assustadora figura esculpida de uma górgona, com serpentes entrelaçadas na cabeça, exibe uma animação que mostra como ela teria sido na Antiguidade.

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