Oferta Mês dos Pais: Receba Super Impressa por 9,90

De espiões e cortesãs

Segundo os espiões, as cortesãs roubaram algo que seria privilé gio deles: o título de profissão mais antiga do mundo.

Por 31 mar 2007, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h25
De espiões e cortesãs Priorizar nos meus resultados Google

Marcelo Cabral, editor

Em meio à comunidade dos agentes de inteligência, uma das reclamações mais comuns é sobre a honestidade das prostitutas. Segundo os espiões, as cortesãs roubaram algo que seria privilé gio deles: o título de profissão mais antiga do mundo.

Seja lá quem tenha razão nessa disputa, é incontestável que a atividade de espionar o próximo nasceu praticamente junto com os primeiros registros organizados da história humana. Conforme você poderá conferir nesta edição, antigos escritos chineses e indianos já traziam descrições de atividades de disfarce e subversão. Os povos egípcio e hebreu utilizavam serviços de inteligência bem estruturados em seus conflitos, antecipando as intennináveis brigas de hoje na região do Oriente Médio. Isso para não falar dos japoneses, que usavam os famigerados ninjas para roubar informações dos inimigos. Sim, as prostitutas provavelmente podem citar exemplos parecidos no caso de sua atividade, mas vamos deixar essa discussão para outra hora.

O importante é que, ao longo de todos esses séculos, o que não mudou foi o fascínio exercido pela espionagem. Paradoxalmente, uma atividade feita em sigilo é objeto de uma das maiores exposições culturais da sociedade atual, capaz de gerar ídolos como James Bond – caminhando firme e forte para sua 6ª década na ativa – e contrapartes como Austin Powers e o glorioso Maxwell Smart. Um verdadeiro fenômeno pop.

Quais os motivos de todo esse interesse? Muitos livros já foram escritos sobre a questão. Uns apontam o glamour da aura de sombras e mistério da profissão. Outros citam o lado aventureiro da atividade, com as inacreditáveis façanhas perpetradas pelos agentes secretos. Finalmente, há quem aponte a própria dualidade dos espiões – entre eles há assassinos e salvadores, traidores e heróis, homens e mulheres, ameaçadores e sedutores – como um reflexo das várias facetas existentes dentro de cada um de nós. Teorias à pane, tentamos capturar nesta edição um pouquinho de cada um desses ingredientes e reuni-los na forma de uma saborosa – e informativa – leitura. Se nós fomos bem-sucedidos nessa missão, só quem poderá julgar é você, leitor.

Continua após a publicidade

Boa diversão.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Fundo bege claro com um canto de parede à esquerda e uma superfície horizontal marrom na base. No canto superior direito, um ícone de árvore estilizada em azul escuro.Fundo texturizado em tom pêssego claro, com uma sombra vertical escura no lado esquerdo e uma pequena árvore azul escura no canto superior direito
ECONOMIZE ATÉ 88% OFF

Digital Básico

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
OFERTA MÊS DOS PAIS

Revista em Casa + Digital Premium

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).