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Filtro solar

Em um pequeno frasco, a solução contra o câncer de pele

Por Da Redação - Atualizado em 31 out 2016, 18h28 - Publicado em 31 ago 2006, 22h00

Apesar de protetores solares existirem desde a segunda metade do século passado, a idéia de proteger a pele, seja na praia, seja durante uma simples caminhada em um dia de verão, com uma loção que ameniza os efeitos dos raios solares é extremamente recente, coisa de menos de 20 anos.

Na década de 1980, era muito comum passar as férias no litoral tendo em mãos apenas um pegajoso óleo bronzeador, que até podia deixar a pele dourada, mas não filtrava a radiação solar. O bloqueador, protetor ou filtro solar é uma loção que protege nossa pele principalmente contra as radiações UVA, responsável pelo fotoenvelhecimento, e UVB, que pode causar queimaduras e, a longo prazo, câncer. A noção de que todos nós deveríamos cuidar da pele, independentemente da idade, surgiu nos anos 90, com o boom da indústria de beleza e cosméticos. Não que antes disso o homem não se preocupava em se proteger do sol. No início do século 20, cientistas começaram a pesquisar substâncias capazes de filtrar os raios solares, principalmente na Austrália, onde os brancos colonos britânicos sofriam com o verão forte da região. Durante a 2ª Guerra Mundial, um farmacêutico chamado Benjamin Greene desenvolveu uma substância vermelha e gosmenta, para ser usada pelos soldados que passavam o dia inteiro nos campos de batalha. Hoje o protetor virou moda. Há vários tipos, em creme, gel, spray, para esportistas, o que não sai na água etc. Trata-se de um item obrigatório nos dias atuais, em que a camada de ozônio, bastante destruída, já não nos protege do sol como antes.

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