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Social – Clóvis, do carrinho às franquias

O sorveteiro transformou as frutas do Cerrado em dinheiro no palito

Por 9 Maio 2012, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h29
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Foi uma questão de insight. Clóvis José de Almeida, sem estudos nem emprego, chegou a capinar terrenos para sobreviver. O primeiro degrau a subir foi alugar um carrinho térmico e passar o dia empurrando o dito-cujo oferecendo picolés pelas ruas de Goiânia. Precisava sustentar a família, após perder suas economias no sequestro da poupança promovido em 1990 pelo governo de Collor. Em 1996, abriu uma fábrica de sorvetes – a maioria deles com sabores comuns. Até que teve a ideia de transformar em picolé também os frutos do Cerrado que brotavam na roça de casa. Deu certo. Hoje, sua marca Frutos do Brasil tem 3 fábricas e produz mais de 40 mil picolés por dia, vendidos em mais de cem lojas pelo país.Sua ideia foi simples, mas genial: aproveitar a biodiversidade de um ecossistema tipicamente brasileiro, que produz frutas de sabores exóticos, e transformar essa riqueza em barrinhas congeladas. Do carrinho que empurrava sob o sol do Cerrado, seu Clóvis virou empresário à frente de mais de cem franquias pelo país, de São Paulo a Tocantins, e com planos de expandir para o exterior.

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Estádio de futebol lotado com bandeira do Brasil e bola no campo, um jogador comemorando, e capas de revistas Veja, Super, Viagem e Quatro Rodas flutuandoTorcedor de costas, vestindo camisa amarela, comemora com os braços erguidos em um estádio de futebol lotado, sob um céu verde-azulado. Uma bola de futebol com a bandeira do Brasil está no campo. À direita, um fundo verde escuro com um ícone de árvore branca no canto inferior.
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