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Tão próximos e tão misteriosos – Carta do Editor

Por Da Redação - Atualizado em 31 out 2016, 18h34 - Publicado em 30 jun 2008, 22h00

Tarso Araújo, editor

Livros sagrados são coisas misteriosas por natureza. Sua própria definição já oferece alguns enigmas. Se considerássemos sagrados apenas aqueles que se diz guardarem a palavra de Deus, nenhum livro budista ou taoísta entraria nas páginas deste especial. Se levarmos a palavra “livro” ao pé da letra, tampouco falaríamos da rica mitologia dos orixás. Mas, apesar de ela nunca ter sido transcrita, está até organizada em capítulos. Intrigante, não? É por isso que, na hora de escolher os assuntos que abordaríamos aqui, optamos pela definição mais ampla do termo. Só assim poderíamos tratar de escrituras de religiões do mundo inteiro e de outras que não podem ser considerados cânones religiosos, como as transcrições dos discípulos de Osho, o livro-guia dos cientologistas ou os textos revelados por ETs no século 20. E todos esses assuntos guardam mistérios que merecem atenção.

Conforme você ler este especial, provavelmente vai achar que conhece muito pouco sobre os livros sagrados e os mistérios por trás de suas páginas. Apesar de serem alguns dos textos mais importantes da história da humanidade, costumamos dar pouca importância a eles. Nas próximas páginas, você terá a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o tema. E descobrir como ele pode ser interessante, mesmo para quem não segue nenhuma religião. Bons caminhos.

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