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Buraco na camada: As sete pragas do ozônio

Relação dos efeitos que a destruição da camada de ozônio pode ter sobre a superfície terrestre.

Por Da Redação - Atualizado em 31 out 2016, 18h58 - Publicado em 31 mar 1990, 22h00

É sabido há alguns anos que a camada de ozônio que protege a Terra da radiação solar ultravioleta (UV) está ameaçada. Mas só há pouco as Nações Unidas divulgaram uma lista consolidada dos possíveis efeitos do estrago no escudo do planeta:

Aumento de enfermidades: 1 por cento a menos na camada de ozônio pode significar 100 mil novos casos a mais de catarata e 10 mil de câncer de pele;


Aceleração do efeito estufa:
os raios ultravioleta afetam o plâncton marinho, responsável pela absorção de parte do dióxido de carbono; livre, o gás sobe para aprisionar o calor;


Quebra na cadeia Alimentar:
o plâncton alimenta crustáceos e moluscos de que se nutrem os peixes;

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Empobrecimento das plantações:
as bactérias que absorvem o nitrogênio do solo são sensíveis ao UV; para compensar, as plantas retiram mais nutrientes do solo, o que exigirá o uso de mais fertilizantes;


Desequilíbrio do sistema imunológico:
a exposição prolongada à radiação enfraquece o organismo; aumenta os riscos de doenças infecciosas e as vacinas perdem eficiência;


Aumento da poluição:
a radiação adicional estimula a concentração de poluentes na baixa atmosfera;
degradação de materiais: plásticos, borrachas, madeiras, têxteis e tintas duram menos.

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