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Como entender (o mínimo) de vinho

Está cansado de comprar vinhos ruins? Este guia não vai tornar você um enólogo. Mas é o suficiente para não ficar boiando na roda de amigos – e beber melhor

Por Thais Harari - Atualizado em 11 ago 2017, 16h00 - Publicado em 11 ago 2017, 15h58

1. Aprenda as gírias

Corpo
Sensação de “peso” que o vinho provoca na boca.

Frutado
Vinho que tem aroma de frutas.

Fresco
É o que tem acidez marcante.

Amanteigado
É o que deixa uma textura aveludada na boca.

Harmonizar
Significa “combinar com”.

 

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2. Experimente as uvas (da mais fraca para a mais forte)

Vinhos brancos


Vinhos tintos

Estúdio Pingado/Superinteressante

 

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3. Entenda o rótulo

Diz se o vinho é seco (quase sem açúcar), demi-sec (pouco açúcar) ou doce (bastante açúcar) e indica a safra. As safras variam muito. Duas dicas: 2005 e 2008, para vinhos brasileiros, e 2005 e 2009 para vinhos de Bordeaux.

 

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4. Veja quanto gastar

R$ 35 – No dia a dia

R$ 60 – Para receber os amigos

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R$ 120 – Para datas especiais

R$ 250 para cima – Para jantar com o chefe (pergunte antes que tipo ele gosta)

 

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5. Use aplicativos

O Vivino (Android e iOS) e o Delectable (Android e iOS) são geniais: você tira uma foto do rótulo e o app diz se o vinho é bom e com o que harmoniza.

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6. Sirva direito

Estúdio Pingado/Superinteressante

Se o vinho for branco, coloque-o na geladeira uma hora antes de servir. Se for tinto, meia hora. Não bebeu o vinho todo? Tampe a garrafa com a rolha e guarde-a – fora da geladeira – por no máximo dois dias.

 

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7. Confie no seu gosto

Estúdio Pingado/Superinteressante

A enologia é cheia de modas e regras, mas o melhor vinho sempre será aquele que mais agrada você. Experimente de tudo, e então escolha se baseando no que você gosta – não no preço, safra ou idade da bebida.

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Fontes: Mauro Marcelo Alves, jornalista especialista em vinhos; Luciano Vian, presidente da Associação Brasileira de Enologia; livro Vinho e Muito Mais, de Marcelo Copello.

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