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6 relatos de brasileiros que tiveram contato com assombrações ou aliens

"De repente, vi que a boneca começou a flutuar na minha direção, sem que nada ou ninguém a segurasse"

Os depoimentos abaixo foram originalmente publicados em janeiro de 2018 na edição especial “Minha Experiência Sobrenatural” de MUNDO ESTRANHO. Eles foram cedidos por pessoas verdadeiras, que foram entrevistadas pelos nossos repórteres e autorizaram a publicação. Confira:

1) Fui atacada por um vulto sem rosto

 (Mauricio Planel/Mundo Estranho)

“Uma vez, estava dormindo e acordei muito assustada. Abri os olhos e percebi que eu estava de pé, flutuando de pijama sobre minha própria cama. Não era uma experiência extracorpórea, pois meu corpo não permanecia deitado na cama, ele estava comigo, pairando em cima dela. Fiquei muito assustada e comecei a respirar com dificuldade.

Logo em seguida, reparei que não estava sozinha no quarto. Um vulto apareceu ao meu lado e, quando me virei para encará-lo, só pude ver a silhueta de uma pessoa. No lugar do rosto, tinha apenas uma mancha branca. O corpo era a continuação desse borrão. Essa coisa – que, com certeza, não era humana – veio para cima de cima de mim, agarrou meu braço e começou a me puxar na direção da porta.

Embate físico

O puxão foi tão forte que soltei um grito e, por instinto, botei a mão na porta do armário para me segurar. Não resisti muito. O vulto seguiu me puxando e meus dedos foram deslizando até perder o contato do móvel. Ele fazia muita força, eu também, e fui me agarrando a outros objetos que tinha à frente. Na tentativa de freá-lo, até no quadro da parede me prendi.

Ninguém na minha casa parecia me ouvir, mas eu continuava berrando e escutava minha própria voz claramente. Percebia também o barulho estranho que o vulto emitia, uma coisa meio gutural. De repente, soltou algo que parecia uma frase. Era como se dissesse que iria me levar embora, ou foi o que entendi. Olhava para ele, que não tinha olhos nem braços definidos. Isso dificultava minha reação porque eu não sabia de onde me desprender. Era como se ele fosse se enrolando em mim. Só eu sei a força que fiz. E era difícil lutar daquele jeito, sem os pés no chão.

Casa em silêncio

Finalmente, depois de muito puxar de volta, me libertei. Caí estatelada em cima da cama e vi a coisa amorfa bater em retirada, flutuando em direção à porta. Antes de sair em definitivo, grunhiu mais uma frase turva: voltaria para me fazer muito mal. Fiquei estática no escuro do quarto até conseguir me levantar e chamar os amigos que moram comigo. Eles não haviam notado nada, nem ouvido barulho algum. Como aquilo aconteceu? Não consegui explicar.”

Letícia P. Lopes tem 32 anos, é pedagoga e ainda tem muito medo de dormir sozinha. Depoimento a Laíssa Barros.

2) Vi um gigante surgir das águas do rio

 (Mauricio Planel/Mundo Estranho)

“Em Juazeiro, na Bahia, cidade onde moro, existem lendas e histórias antigas envolvendo o Rio São Francisco. O folclore em torno dele é antigo e, desde pequena, ouço que naquelas águas moram seres que não são nem humanos nem animais. Estão lá para proteger o rio e, por isso, costumam manter as pessoas afastadas. Nunca dei crédito.

Mas um dia, há mais de 30 anos, fui nadar com meu marido no rio, como gostávamos de fazer, sozinhos num trecho afastado da cidade. O dia estava bonito e o banho, uma delícia – a natureza da região é realmente especial. Mergulhamos e, quando submergimos, sentimos uma correnteza se formar. A água, que até então estava plácida, ficou agitada de repente.

Águas turbulentas

Nos olhamos e, imediatamente, começamos a nadar rápido para a margem. Nesse momento, eu e meu marido sentimos uma turbulência forte passar pelas nossas pernas. Era uma pressão ascendente, como se algo viesse subindo do fundo do rio rumo à superfície.

De repente, um homem gigantesco emergiu de dentro d¿água. Ele era muito alto e estava nu. Tinha o corpo musculoso, a pele negra e a cabeça careca, além de aparentar ser jovem e exibir escamas pelo corpo. Eu mal podia acreditar, mas aquele homem era exatamente como descreviam nas histórias regionais. Assim que saiu da água, começou a gritar conosco em um idioma que não entendíamos.

O homem mexia os braços e as pernas e o rio se agitava, nos puxando para baixo. Era difícil nadar e ficar sem engolir água. Fiquei apavorada e logo entendi que ele queria nos matar afogados. Continuamos nos debatendo, tentando chegar até a margem do rio, até que, finalmente, demos com o banco de areia. Não sei de onde tiramos força.

Lenda viva

Assim que saímos da água, olhamos para trás, mas o gigante havia desaparecido. Foi tudo muito rápido. Pegamos nossas coisas e começamos a correr para longe dali. Estávamos desesperados e, quando avistamos as primeiras pessoas, contamos o que havia acabado de ocorrer. Ninguém acreditou na gente. Nunca mais tive coragem de pisar naquele trecho de margem, nem mesmo perto. Continuo nadando no São Francisco mas, até hoje, rezo e peço proteção toda vez antes de entrar.”

Seres do Velho Chico

O Rio São Francisco é um dos maiores cursos d¿água da América Latina. Ele nasce no Sudeste, em Minas Gerais, e atravessa quatro estados do Nordeste. Por banhar mais de 500 municípios e marcar a vida de milhares de pessoas, ele também é berço de muitas lendas. Uma delas fala sobre o perigo de acordar o Velho Chico – como o rio é chamado pelos locais – depois que ele adormece, à meia-noite. Outra se parece ao mito da vaidade da mitologia grega, com uma jovem bonita no lugar de Narciso. Em vez de definhar, como o personagem clássico, ela vira uma serpente. Há também a história do Nego d¿Água, um homem negro muito alto com características de anfíbio que costuma virar canoas de pescadores e assustar os ribeirinhos. Em Juazeiro, o escultor Lêdo Ivo Gomes já deu forma a esse e outros habitantes do imaginário local.

Ângela Pereira tem 67 anos, é aposentada e nunca mais teve coragem de voltar ao local do ocorrido. Depoimento a Laíssa Barros.

3) Minha Barbie voou e derreteu na minha frente

 (Mauricio Planel/Mundo Estranho)

“Nasci às 10 horas da noite e, por isso, minha família criou a tradição de me dar parabéns pela data somente depois desse horário. Não era meu ritual favorito, afinal, nenhuma criança gosta de esperar por coisas boas, mas eu não fazia drama. Quando completei 6 anos, em 1998, o dia começou de acordo com o hábito. Levantei e, dispostos a esperar até a noite, nenhum dos meus familiares me felicitou.

Mas, diferentemente dos outros aniversários, naquele passei o dia angustiada e ansiosa. Para piorar, comecei a sentir uma dor muito forte nas costas. Eu era uma criança saudável e feliz, não tinha o menor precedente para esses sintomas. Preocupados, meus pais decidiram então romper a tradição e adiantaram a comemoração para que eu pudesse descansar. Fizemos uma festinha no fim da tarde e fui dormir cedo.

No meio da madrugada, acordei de repente. Passei a sentir dores intensas nos braços, nos pés e no pescoço. Aquilo era muito estranho e assustador e meu primeiro impulso foi me levantar para chamar minha mãe. Mas, quando tentei fazer isso, percebi que os membros estavam presos à cama. Olhei para baixo e vi, na penumbra, cobras enroscadas nas minhas pernas, nos pulsos e no pescoço.

Eu tinha uma Barbie, presente de aniversário de 3 anos, que adorava. A boneca ficava na prateleira em frente à cama. De repente, vi que ela começou a flutuar na minha direção, sem que nada ou ninguém a segurasse. Quanto mais se aproximava, mais eu podia ver que seus bracinhos finos estavam derretendo, mesmo sem haver fogo. A visão me causou um susto tão grande que acredito ter desmaiado nessa hora.

A confirmação

No dia seguinte, de manhã, fui até o espelho e vi que tinha uma marca vermelha forte em volta do meu pescoço. Olhei para os punhos e, ali também, algo parecia errado. Nas pernas, havia vergões como se eu tivesse sido amarrada por cordas apertadas. Procurei minha boneca e a encontrei no chão, em frente à minha cama. Quando cheguei mais perto para pegá-la, vi os braços da minha querida Barbie meio deformados. Estavam derretidos.

Saí correndo, chamei minha mãe e mostrei a boneca. Ela, que, assim como eu, é sensitiva, aceitou meu apelo para jogar a Barbie fora. Assim que ela deu o o.k., enterrei o brinquedo na lata de lixo. Naquele mesmo dia, minha mãe levou minha cama para a sala de estar e instalou meu quarto ali. Não ajudou muito. Passei a noite no meu “novo” quarto, mas acordei com a sensação de não ter descansado nem um minuto. Ainda sentia a dor nas costas. E o pior, ainda viveria outros episódios macabros com meus brinquedos.”

Laís Berti tem 25 anos e é estudante. O episódio do aniversário foi o primeiro de uma série de experiências paranormais que ela viveu – inclusive com outros bonecos. Depoimento a Leonardo Uller.

Veja também

 

4) A cama onde minha filha dormia chacoalhou sozinha

 (Mauricio Planel/Mundo Estranho)

“Aconteceu comigo há quatro anos. Fui passar um fim de semana em Paranapiacaba com minha família e parti com esposa, filha e sogra rumo ao distrito de Santo André numa sexta-feira à tarde. Minha mulher estava inscrita numa prova de corrida em montanha no domingo de manhã e todos queríamos curtir o passeio antes de torcer por ela.

A pousada em que nos hospedamos era bem antiga e já havia funcionado como hospital no passado. Achamos pitoresco. A primeira noite transcorreu tranquilamente e, no sábado, saímos para conhecer a região. Perto das 19h, decidimos jantar lá mesmo, na hospedaria, e encerrar o dia em seguida. A corrida era bem cedo no dia seguinte e minha mulher precisava descansar.

Véspera da corrida

Nosso quarto era o mesmo para os quatro. Livy, minha filha, e a avó dela ficaram no beliche perto da parede. Minha mulher ficou numa cama espaçosa só para ela e, no outro canto do quarto, me deitei numa cama de solteiro. Começamos a conversar sobre a viagem e sobre o que havíamos visto na cidade até que pegamos no sono, por volta das 22h.

Apesar de ter o sono mais pesado da família, costumo acordar quando ouço algum ruído forte. Foi o que ocorreu por volta das 2h da manhã, enquanto minha sogra dizia: `Para, Livy!¿. Ela achava que minha filha estava batendo na cama com os pés, mas a menina estava quietinha, deitada na cama de cima. Tentei entender qual era o problema e mal pude acreditar quando vi o beliche se arrastando pelo chão e batendo forte contra a parede sem que ninguém encostasse nele.

Minha sogra começou a gritar e dizer que estava arrepiada, sentindo alguma coisa ruim. O móvel seguia chacoalhando e golpeando a parede com tanta força que o barulho ficou bem alto e, a essa altura, estávamos todos acordados. Minha filha e minha mulher gritavam e, por alguns segundos, achei que minha sogra fosse ter um piripaque.

Medo dos vivos

De repente, a cama parou de se mexer e o silêncio voltou a dominar a pousada – éramos os únicos hóspedes do lugar. Minha sogra fez uma oração e, um tanto nervoso, voltei a dormir. Minha mulher não teve a mesma sorte e, na manhã seguinte, participou da corrida cansada. Relatamos o episódio à dona da pousada, mas ela garantiu que isso jamais havia acontecido por lá. Insistiu que o local era sossegado e completou dizendo que deveríamos `ter medo de quem está vivo, isso sim¿. Eu nunca havia passado por nada parecido antes desse dia e acredito que deve ter mais história por trás, afinal, o lugar era um hospital que recebeu muita gente doente no passado.”

Cidade mal-assombrada

Paranapiacaba reúne inúmeras histórias de fantasmas vivenciadas por moradores e visitantes. O distrito de Santo André urbanizou-se em torno da construção de ferrovias ainda no século 19. Houve acidentes e, atualmente, há quem ouça o barulho de um trem fantasma circulando pelos trilhos. A arquitetura de inspiração inglesa também serve de palco para relatos como o do engenheiro encarregado de supervisionar as primeiras obras, visto até hoje por lá.

Keliton Willian tem 38 anos, é auxiliar de produção e nunca mais viveu nada parecido a esse dia. Depoimento a Leonardo Uller.

5) Uma luz ofuscante voou ao lado do meu avião

 (Mauricio Planel/Mundo Estranho)

“Eu era a aeromoça mais nova da tripulação. Tinha 18 anos e havia começado a voar poucos meses antes. Fazia o trajeto de São Paulo a Belém com escala em Brasília num Boeing 737 da Vasp e trabalhava na era de ouro dos serviços de aviação: o carrinho de drinques passava antes e depois do jantar, as poltronas eram largas e havia muita comida. Na noite em questão, fazíamos o último trecho, sobrevoando a Amazônia, quando a campainha do comandante soou. Eu estava no fundo do avião, descansando, e, como era a novata, me levantei para atendê-lo.

Devia ser perto das 3h da manhã e os passageiros dormiam. Havíamos deixado as luzes baixas e fechado a cortina que separa as poltronas da galley, a área de serviço. Passei por ela e cheguei à porta da cabine de comando. Esperava que me pedissem um café – ele e o copiloto costumavam tomar para ficar em alerta -, mas, assim que abri, uma luz fortíssima me cegou. Meu primeiro impulso foi entrar rapidamente e fechar a porta atrás de mim para não acordar os viajantes.

Luz branca

‘O que é isso?!’, perguntei atônita, enquanto protegia os olhos com um braço e, com o outro, tateava para encontrar o assento atrás deles. Segundo o comandante, a luz se aproximara numa velocidade tão rápida que ambos acharam que chocaríamos. Mas parou a poucos metros da aeronave e ficou ali, do jeito que eu a estava vendo, à esquerda da cabine, 45 graus acima de nós.

Estávamos numa linha reta em cima da Floresta Amazônica e o avião ia no piloto automático. Podia ouvir o chiado do rádio, e o copiloto, de óculos escuros no meio da madrugada, tentava fazer contato com a base. `Inoperante, inoperante¿, ele repetia. A luz nos acompanhou por cerca de 10 minutos, sempre à mesma distância. Ao final desse tempo, o piloto, que estava de quepe, disse que já podia olhar, pois ela estava enfraquecendo. A vi rumar à direita e, de repente, se afastar rapidamente. Era muito branca e intensa, sem forma definida – definitivamente não era redonda -, e tinha raios dentro dela de um azul lindo, como neon, e rosa. O sinal foi restabelecido assim que ela desapareceu.

Voltei à galley e dividi a experiência com os colegas. O resto do avião havia permanecido no escuro todo o tempo. No dia seguinte, quando acordei em Belém e fui escovar os dentes no banheiro do hotel, dei de cara com meu rosto queimado. Havia apenas uma faixa branca que eu havia protegido. O colo e os braços estavam como torrados de sol. Desci ao saguão e encontrei o comandante na mesma situação, telefonando para São Paulo.

A empresa ordenou que retornássemos no próximo voo comercial e enviou substitutos. Passamos, os três, por uma série de exames no Hospital da Aeronáutica e fomos avisados de que qualquer comentário sobre o episódio estava proibido. Se falássemos, eles negariam e passaríamos por estúpidos. Os testes não constataram nenhuma radioatividade e retomei minhas atividades dias depois. De vez em quando, espiando pela janela do avião, vi outras luzes nos acompanhando também, mas nunca tão de perto como aquela.”

Ana Prudente é ex-aeromoça da Vasp. Ela já viu outros óvnis enquanto voava a trabalho. Depoimento a Letícia González.

6) Fui estudado por alienígenas

 (Mauricio Planel/Mundo Estranho)

“No meio de 2016, acordei tonto, com a cabeça latejando, e percebi que meu corpo estava dolorido. Parecia uma ressaca, mas eu não tinha bebido nem feito esforço físico nos dias anteriores. Achei estranho. Nos dias seguintes, as sensações se repetiram e comecei a notar que, além das dores, meu corpo também exibia manchas roxas, principalmente nos punhos e tornozelos. Os hematomas pareciam resultado de uma imobilização, como se eu tivesse sido amarrado e apertado nesses pontos.

Achei tudo muito incomum e passei a me questionar: como esses roxos apareceram em mim? Moro e durmo sozinho, não havia maneira de alguém ter me machucado à noite, fosse de propósito ou sem querer. Minha rotina era básica, eu só ia da casa para o trabalho e de volta para casa. Nenhuma parte do trajeto apresentava qualquer risco físico e eu estava sempre alerta. Então, na semana seguinte aos hematomas, vieram os sonhos – ou o que pareciam ser sonhos.

Bateria de testes

Neles, eu me via deitado em uma maca dentro de um hospital ou laboratório. Em torno da maca, silhuetas que eu não podia reconhecer me observavam. Pareciam me examinar. Meus braços e pernas estavam amarrados com cordas – e elas apertavam justamente os pontos onde eu tinha hematomas. O sonho me retratava com sonolência, eu via as cenas em flashes, como se desmaiasse e acordasse a todo instante.

Além de me deixar grogue, o lugar tinha luzes brancas fortíssimas que não me permitiam enxergar quase nada. Comecei a suspeitar de que talvez não fossem sonhos e, nesses dias, passei a anotar tudo o que lembrava no minuto em que acordava. Queria entender o que estava acontecendo. Acumulei uma quantidade grande de notas e comecei uma pesquisa online. Também conversei com outras pessoas que tiveram experiências parecidas.

Experiência repetida

O que encontrei nas leituras e conversas me levou a ter certeza de que, por quatro semanas seguidas, fui visitado e estudado por seres extraterrestres. Os hematomas, as luzes, as dores e os sonhos, tudo isso costuma aparecer em quem passa por situações de contato alienígena. Passaram-se mais alguns dias e, de repente, parei de sonhar com o ambiente laboratorial. Minha pele ficou menos marcada e os roxos começaram a desaparecer. Ficou a minha sensação de ter passado por uma experiência totalmente louca.”

Cristiano Reis tem 30 anos, é analista de sistemas e foi abduzido diversas vezes no período de um mês. Depoimento a Laíssa Barros.

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Comentários

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