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A origem sangrenta dos contos de fadas, parte 9: A Pequena Sereia

Criada pelo dinamarquês Hans Christian Andersen, em 1837, A Pequena Sereia é um relato pra lá de brutal

Por Tiago Jokura
Atualizado em 22 fev 2024, 10h33 - Publicado em 11 nov 2015, 16h34
(Eduardo Belga/Mundo Estranho)

1. NAVALHA NA CARNE

No original, a Bruxa do Mar corta a língua de Ariel, que perde a voz. Além disso, a sereia tem a cauda rasgada em duas para virar mulher e conquistar o coração do príncipe. Mas, a cada passo, as pernas sangram e doem

2. CABEÇA FEITA

Na insistência para que Ariel voltasse a ser sereia, suas irmãs chegam a arrancar os cabelos – literalmente! O objetivo era oferecer as madeixas para que a bruxa do mar rompesse o encanto

3. FIM DA LINHA

Em troca dos cabelos, a bruxa dá uma faca para Ariel matar o príncipe (que a havia trocado por outra) e voltar a ser sereia. Traída e desenganada, Ariel se mata pulando de um abismo no mar gelado

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Esta é a última parte da matéria A Origem Sangrenta dos Contos de Fadas. Confira as outras versões:

Chapeuzinho Vermelho
Bela Adormecida
Branca de Neve
A Princesa e o Sapo e Os Três Porquinhos
Folclore brasileiro
Cinderela
Alice no País das Maravilhas
João e Maria

FONTES Pentameron, de Giambattista Basile; Children’s and Household Tales, dos irmãos Grimm (edição de 1810 e de 1857); Yeh-hsien, conto da tradição chinesa; A Pequena Sereia, de Hans Christian Andersen, e Da Fera à Loira, de Marina Warner (Cia. Das Letras)

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