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Afinal, existe ou não o ponto G?

Por Jairo Bouer
Atualizado em 22 fev 2024, 11h06 - Publicado em 18 abr 2011, 18h52

Procurado avidamente por homens e mulheres como uma outra chave para o orgasmo feminino (além do clitóris), o ponto G não é uma unanimidade. Como acontece em várias áreas da ciência, há muita controvérsia sobre ele. Os especialistas que defendem sua existência dizem que ele fica situado na parede anterior da vagina, a cerca de 5 centímetros da entrada. Ao contrário do clitóris, ele não é de fácil localização. Seu tamanho médio é de um grão de feijão, mas pode chegar às dimensões de uma moeda quando estimulado. A melhor forma de fazer isso é a mulher ser penetrada por trás pelo homem. A tradicional posição da mulher deitada de costas na cama não favorece o contato do pênis com esse polêmico ponto.

Alguns especialistas especulam que o ponto G seria um vestígio da próstata (glândula sexual masculina, encarregada de produzir líquidos que nutrem os espermatozóides). Para outros, ele representaria uma espécie de prolongamento do clitóris.

Da mesma forma que ocorre com o ponto G, não há certeza absoluta sobre a misteriosa ejaculação feminina. Ela aconteceria apenas em algumas mulheres e em orgasmos mais intensos, produzindo a saída de pequenos jatos de líquido pela uretra, não pela vagina. Pesquisas já feitas a respeito mostraram que esse líquido não é urina, sendo também diferente dos fluidos normalmente produzidos pela vagina. Segundo análises químicas, o líquido teria composição semelhante ao sêmen (esperma) masculino. Mas na realidade uma minoria das mulheres tem essa experiência. O fato é que, se isso ocorrer, não há motivo para constrangimentos. Pelo contrário, deve-se encarar essa surpresa como um sinal de que a relação sexual foi das boas.

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