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Como é o trabalho de um ufólogo?

Para tentar entender o desconhecido, o trabalho do ufólogo é multidisciplinar e segue uma metodologia diferente para cada caso

Por Diego Meneghetti - Atualizado em 4 jul 2018, 20h17 - Publicado em 6 jun 2017, 13h29
Pedro Piccinini/Mundo Estranho

1) FORMAÇÃO PRÁTICA
Qualquer um pode ser ufólogo, mas não existe curso. O comum é ter outra profissão e investigar óvnis no tempo livre. Na pesquisa, são usados conhecimentos de áreas como física e astronomia. O procedimento parece uma perícia criminal, com entrevistas, coleta e exame de materiais e emissão de um laudo.

 

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2) PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS
O ufólogo geralmente investiga casos de avistamentos relatados por outras pessoas e não vivenciados por ele mesmo. Ao receber um relato de avistamento, o ufólogo instrui a testemunha a isolar o local e não permitir acesso ao ninho (local do pouso do UFO). Como são fenômenos desconhecidos, eles medem a radioatividade, a variação de eletricidade estática e o magnetismo. Tudo precisa ser manipulado com luvas.

 

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3) DOCUMENTAÇÃO
Testemunhas são entrevistadas e evidências registradas. Eventuais provas materiais são fotografadas de vários ângulos, assim como o local do pouso, do qual também é feito um desenho, que irá receber anotações de GPS. Marcas no solo são documentadas com moldes de gesso.

 

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4) MATERIAL DE COLETA
O ufólogo recolhe amostras de terra e de vegetação até fora do ninho. Tudo é recolhido com cuidado e acondicionado em sacos e frascos. As amostras são encaminhadas a laboratórios (como de cooperativas agrícolas e universidades), onde são feitos exames para encontrar alterações físicas, químicas e biológicas.

 

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5) LAUDO FINAL
Com os resultados das análises e após apurar todas as informações no local do avistamento, o ufólogo cria um relatório que irá atestar ou refutar a legitimidade do avistamento. Ao contrário do que se acredita, os ufólogos prezam pelo rigor científico: a maior parte dos casos são refutados, especialmente pela falta de evidência concreta. O laudo é enviado a quem fez o relato inicial e compartilhado com colegas – a ufologia preza a divulgação do conhecimento.

 

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6) FAÇA PARTE
Entrar em contato com organizações de pesquisa ufológica é a melhor maneira de iniciar investigações. Conheça alguns dos grupos mais respeitados pela comunidade:
Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores
Centro Sobralense de Pesquisas Ufológicas
Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista
Movimento Gaúcho de Ufologia (MGU)

 

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CONSULTORIA Ademar Gevaerd, ufólogo do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores e editor da revista UFO, Paulo Aníbal Mesquita, ufólogo, Roger Marsh, ufólogo, escritor e cineasta da Mutual UFO Network, e Hernán Mosttajo, historiador do Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência

 

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