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Como funciona um cigarro eletrônico?

Tecnologia polêmica ainda gera questionamentos entre cientistas.

Por Gabi Monteiro - Atualizado em 4 jul 2018, 20h25 - Publicado em 9 dez 2016, 17h39

Pergunta do leitor Lucas Lorijola, São José do Rio Preto, SP
Ilustra Denis Freitas
Edição Felipe van Deursen

1. Quando o fumante dá a primeira tragada, o sensor eletrônico detecta o movimento de ar e envia a mensagem ao nebulizador

2. O nebulizador aquece gotículas de nicotina, que rapidamente se transformam em vapor para serem tragadas. Alguns tipos de cigarro eletrônico geram mais fumaça

3. A luz de LED é acionada instantaneamente. Em alguns modelos é necessário apertar um botão para tragar e desencadear todo o funcionamento

4. A fumaça não tem cheiro, pois o cigarro não queima tabaco e tem água na composição. Além disso, ela se dissipa mais rapidamente no ar

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5. O cartucho pode ter nicotina e aromatizadores. Alguns são descartáveis, outros podem ser recarregados com fluido

 

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Legalize já?
Tecnologia polêmica é proibida no Brasil

O cigarro eletrônico foi inventado pelo farmacêutico chinês Hon Lik, em 2003. A ideia era ajudar fumantes a largarem o cigarro convencional aos poucos. Só que não há comprovação científica de que ele ajude nisso – nem que seja menos nocivo à saúde. Especialistas temem que ele seja até uma porta de entrada para os não fumantes, já que produz uma fumaça sem odor e, às vezes, pode ter gostos aromáticos. Por isso, o cigarro eletrônico é proibido em dez países, inclusive no Brasil.

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* Entre jovens dos EUA no período 2011-2012

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FONTES Sites drauziovarella.com.br e Queen Flavor

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