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A Chicago dos anos 80 de “Stranger Things” está cheia de erros

Nenhum detalhe passa despercebido pela internet

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 22 fev 2024, 10h09 - Publicado em 6 nov 2017, 16h15

Não se fala em outra coisa a não ser na nova temporada de Stranger Things, no ar desde 27 de outubro na Netflix. Se você ainda não terminou de assistir a todos os episódios, provavelmente já deve ter tomado algum spoiler com aquele amigo que maratonou a série no primeiro final de semana.

No entanto, para além dos elogios (ou críticas) ao programa, alguns fãs de Chicago, cidade que aparece em um episódio e é famosa justamente por sua arquitetura, repararam em alguns erros históricos que poderiam ter sido evitados.

ATENÇÃO: Spoilers da segunda temporada de Stranger Things abaixo.

No Twitter, fãs notaram que o horizonte de Chicago mostrado no episódio 7, “A Irmã Perdida”, mostra prédios que não existiam em 1984, ano em que se passa a segunda temporada. De acordo com um artigo no ComicBook, há arranha-céus que aparecem na série e que só foram construídos nos anos 90 e 2000.

Imagem sem texto alternativo
(Netflix/Reprodução)

O texto cita algumas das construções viajantes do tempo. Dentre elas, a Trump International Hotel & Tower, inaugurada em 2009, o Two Prudential Plaza, aberto em 1990, e o Blue Cross Blue Shield Tower, de 1997, que passou por uma expansão em 2010. Ou seja, todos eles surgiram quando Dustin já seria um homem barbado reclamando da velocidade da internet discada.

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Imagem sem texto alternativo O edifício Two Prudential Plaza (no centro) (Wikimedia Commons/Reprodução)

Dá um desconto

Apesar do deslize, Stranger Things provou diversas vezes que há uma extensa pesquisa histórica para ilustrar com detalhes os anos 80. Prova disso é o cuidado que a série teve com os carros que aparecem em cena. Jason Torchink, do site Jalopnik, fez uma análise minuciosa de todos os veículos utilizados na segunda temporada e encontrou apenas um erro: um carro de polícia de 1987.

Segundo o texto, o carro é um Chevrolet Caprice, fabricado desde os anos 60, mas o formato dos faróis acusou que o modelo é de 1987. Nada que atrapalhe a experiência da série — muito pelo contrário: os produtores estão estudando a possibilidade de enviar quem apontou estes erros para passar uns dias no Mundo Invertido.

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