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Lugares assombrados do Brasil, parte 7: a Casa das Sete Mortes

Crimes ocorridos numa das casas mais antigas do Brasil, em Salvador (BA), deixam sobrenaturais rastros até hoje

Por Diego Meneghetti - Atualizado em 14 fev 2020, 17h30 - Publicado em 19 dez 2017, 15h44
Ico Yuji/Mundo Estranho

Há pouca evidência sobre sua construção, mas esse casarão da época colonial é um dos mais antigos do Brasil ainda em pé. A arquitetura da mansão, planejada para ser residência de gente abastada da época, remonta ao século 17. O prédio foi restaurado pelo governo baiano há pouco tempo, sem alterar a estranha energia que paira por lá.

Em 1755, uma série de homicídios marcou o local. O padre Manoel de Almeida Pereira e três criados do casarão foram assassinados a facadas. Para completar as “Sete Mortes”, há duas hipóteses: alguns contam sobre uma escrava que envenenou o casal de patrões e a filha deles; outros falam sobre corpos de mãe e duas filhas, encontrados já em decomposição e sem pista do assassino.

 

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Quem conhece o local diz que uma estranha sensação paira no ar, resultado das mortes inexplicadas. O imóvel, cheio de elementos arquitetônicos e decorativos de várias culturas (árabe, portuguesa e espanhola), foi tombado por seu valor histórico em 1943 e atualmente abriga cursos de música, canto e pintura. Mas só funciona até às 17h… Vai saber, né?

A casa abriga diversos fenômenos sobrenaturais, como barulho de passos nos cômodos, portas que abrem e fecham sozinhas, vultos e névoas bizarras. Durante a reforma mais recente, os operários que trabalharam lá disseram que as portas viviam batendo sem explicação. Alguns deles trabalhavam só quando havia luz do dia.

 

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CONSULTORIA Angela Arena, pesquisadora e professora de turismo na Faculdade Anhanguera, e Mateus Fornazari, do site Sobrenatural

FONTES Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada de Recife, Fundação Gilberto Freyre; programas de TV Ghost Hunters International (SyFy); Linha Direta (Globo) e Fantástico (Globo); jornais Diário de S. Paulo, Folha de Pernambuco, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Fluminense; sites G1 e R7; revista VEJA; livros Assombrações do Recife Velho, de Gilberto Freyre, Histórias Mal-Assombradas do Caminho Velho de São Paulo e Histórias Mal-Assombradas do Tempo da Escravidão, de Adriano Messias; e tese de doutorado Trabalho e Cotidiano na Mineração Aurífera Inglesa em Minas Gerais: A Mina da Passagem de Mariana (1863-1927), de Rafael de Freitas e Souza

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