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Os 7 lugares mais sinistros do mundo

Prepare-se para a viagem dos seus pesadelos

Por Diogo Antonio Rodriguez - Atualizado em 11 jul 2018, 14h17 - Publicado em 23 nov 2015, 17h25

edição Felipe van Deursen

Prepare-se para a viagem dos seus pesadelos: a cratera que pega fogo há décadas, as cavernas cheias de múmias, a ponte que mata cachorros e outros lugares incrivelmente assustadores. Um roteiro que, definitivamente, não é para qualquer um

LUGARES SINISTROS 01

CASA DO DEMÔNIO

Porta do Inferno, Turcomenistão

O nome é Cratera de Darvaz, mas o apelido condiz com o terror. Com 60 m de circunferência e 20 m de profundidade, a Porta do Inferno é, na verdade, uma caverna que desabou. Já as chamas ocorrem porque a região está cheia de campos de gás natural, um dos principais recursos econômicos dessa ex-república soviética. Em 1971, quando descobriram a reserva, os soviéticos não tinham como armazenar o gás, que estava suspenso no ar, e não escondido no subsolo. Eles decidiram atear fogo (o que é menos prejudicial à natureza que deixá-lo disperso). Só que o incêndio jamais apagou. E a porta segue aberta

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LUGARES SINISTROS 02

VILA DE PANO

Nagoro, Japão

Em 2005, a japonesa Ayano Tsukimi criou uma produção de espantalhos que acabaria se tornando um retrato de um país cuja população envelhece e diminui ano a ano, o Japão. A vila onde ela mora tem, hoje, só 35 habitantes. Cada pessoa que morria ou deixava a localidade à procura de emprego ganhava uma versão em boneco. Eles ficam posicionados como se fossem moradores: esperando o ônibus, sentados na escola… Hoje, já são 350 bonecos

LUGARES SINISTROS 03

MÚMIAS SENTADAS

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Cavernas Kabayan, Filipinas

Os ibaloi, etnia que habita as Filipinas, têm um método de mumificação próprio, em que se insere uma solução salgada no corpo logo após a morte. O cadáver é então colocado sobre uma fogueira para que a solução seque e o sal restante conserve o corpo. Nessas cavernas, as “múmias de fogo” eram colocadas sentadas, próximas a fogueiras. E estão lá assim, até hoje, como se estivessem prontas para levantar e sair andando

LUGARES SINISTROS 04

AMIGAS DO CHUCKY

Ilha das Bonecas, México

Situada ao sul da Cidade do México, a ilha (que na verdade é um jardim flutuante nos canais do município) é uma homenagem a uma menina que morreu afogada ali. O ermitão Julian Barrera achou o corpo da garota. Dias depois, uma boneca surgiu boiando no mesmo local e Barrera acreditou ser a alma da menina. Desde então, ele pendura pedaços de bonecas nas árvores, criando um visual pra lá de sombrio

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LUGARES SINISTROS 05

PONTE MATA-CÃO

Overtoun, Reino Unido

A cidade de Dumbarton, na Escócia, é o terror dos cachorros. Lá fica a ponte Overtoun, destino de supostos cães suicidas. Desde 1960, 50 animais pularam da ponte e morreram. Outras centenas sobreviveram à queda de 15 m. O motivo das mortes permanece um mistério. Uma pesquisa levantou a hipótese de que o forte odor que as martas, um mamífero típico europeu, deixam no local atrai os cães. Ao tentar caçá-las, eles acabam caindo da ponte. Triste

LUGARES SINISTROS 06

REPRESA BRASILEIRA?

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Moynaq, Uzbequistão

Essa cidade já teve um porto e uma economia baseada na pesca. Hoje é um deserto. Quando os soviéticos desviaram rios entre o Uzbequistão e o Cazaquistão para irrigação, decretaram a lenta morte do Mar de Aral, que na verdade era um lago (e não qualquer um, mas o maior do mundo em 1960). Hoje, sobrou apenas 10% da área original do Mar de Aral. Há diversos barcos abandonados, como se fossem navios-fantasma navegando na areia. O cenário é tão surreal que está no clipe de “Louder Than Words”, do Pink Floyd

LUGARES SINISTROS 07

MORTE EM MASSA

Morro das Cruzes, Lituânia

O que é que tem 100 mil cruzes, mas não é um cemitério? É esse morro, no norte do país. Não há pessoas enterradas ali, trata-se apenas de uma homenagem aos lituanos mortos nos séculos 19 e 20, quando o país esteve na mira de russos e alemães. Durante o período soviético, o morro ficou pelado duas vezes. Mas o povo voltou a fincar suas cruzes no local

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Fotos Wikicommons, Reuters, Creative Commons, Getty Images

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