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Ruivos estão em extinção?

Taí mais uma mentira espalhada na internet

Por Natália Rangel 15 abr 2013, 16h19 | Atualizado em 6 mar 2024, 14h06

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Não. O mito ganhou força em 2007, quando a revista National Geographic dos EUA comentou artigos científicos que previam o fim do cabelo vermelho até 2060. Entretanto, a própria publicação duvidava desse futuro trágico.

Segundo estudos, o baixíssimo índice de ruivos pelo mundo (cerca de 2% da população) se deve a uma mutação do gene no norte europeu há milhares de anos. Com a mistura da globalização, o gene ficou ainda mais raro, mas não significa que vá sumir, podendo apenas ficar inativo por algumas gerações.

Para ter um filho ruivo, é necessário que ambos os pais possuam uma das cinco variações do gene recessivo MC1R e as transmitam para o herdeiro. Caso só um dos pais apresente a variação, existe a possibilidade de nascer um bebê que, apesar de loiro ou moreno, seria portador do gene variante, podendo gerar um netinho ruivo ao ter filho com outra portadora.

  • O Reino Unido tem o maior percentual de ruivos do mundo, principalmente a Escócia (entre 10 e 13% da população).
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FONTES Laboratório de Genética Ecológica e Evolutiva da Universidade Federal de Viçosa (UFV), revista Piauí e jornal Daily Telegraph

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