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A corrida por respiradores mais baratos

No Brasil, a UFPB criou um modelo de R$ 400 (o convencional custa R$ 15 mil).

Por SUPER - Atualizado em 20 abr 2020, 23h23 - Publicado em 17 abr 2020, 23h19

Respiradores automáticos têm custo alto de produção, são difíceis de operar e não existem em número suficiente para a pandemia. A demanda criada pela Covid-19 fez produtores firmarem parcerias com montadoras de carro, empresas de tecnologia e até equipes de F1 para aumentar o estoque.

E também incentivou cientistas a pensar em versões mais baratas e acessíveis. Pesquisadores da UFPB criaram recentemente um modelo que custa R$ 400 – 37 vezes mais em conta que a versão disponível no mercado brasileiro.

O equipamento teve sua licença liberada para a produção por empresas, mas ainda deve passar por uma série de testes do Inmetro antes de ser usado em hospitais pelo País.

O que se discute agora é exatamente isso: o quanto essas novas versões são seguras e podem substituir máquinas caríssimas. Existem hoje cerca de 65 mil respiradores no Brasil, e cada paciente grave de Covid-19 precisa de um.

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