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Atletas por necessidade

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h13 - Publicado em 31 out 2004, 22h00

Alexandre Petillo

É difícil dizer com precisão quando nasceu o esporte, pois, desde o início dos tempos, o homem praticava natação, arco-e-flecha e luta – não por lazer ou para exercitar o corpo, mas pela necessidade de sobrevivência. O primeiro registro histórico de uma prática esportiva é um mural de 1850 a.C., descoberto na necrópole de Beni-Hassan, no Egito. As figuras descreviam movimentos semelhantes aos da luta greco-romana. Nessa luta, não se pode empregar as pernas ou agarrar o adversário abaixo da linha da cintura. Usando os braços, os lutadores tentam levar seu oponente ao solo.

Em 1200 a.C., o poeta grego Homero fez versos para descrever os Jogos Fúnebres, no Canto XXIII da Ilíada, trecho de sua obra sobre a Guerra de Tróia. Por isso, Homero é considerado o “primeiro cronista esportivo”.

Os primeiros Jogos Olímpicos gregos aconteceram em 776 a.C. Lutas corpo-a-corpo, provas de velocidade, saltos, arremessos de pesos e lanças e corridas de cavalos foram as modalidades dos primeiros Jogos, na cidade de Olímpia – onde ficava o mais importante templo dedicado a Zeus.

Os Jogos passaram a ser disputados de quatro em quatro anos. Em 394, o imperador romano Teodósio, convertido ao cristianismo, ordenou o fim da adoração a Zeus e, por conseqüência, dos Jogos Olímpicos. A versão moderna da Olimpíada seria retomada só em 1896, em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, o barão de Coubertin.

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