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Exercício pode deter câncer

O bioquímico Robert Beyer, da Universidade de Michigan, EUA, conclui numa experiência que os ratos que se exercitam com frequência são mais resistentes ao câncer do que os ratos pouco ativos.

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h37 - Publicado em 30 jun 1990, 22h00

Ratos que se exercitam com frequência são mais resistentes ao câncer do que ratos de vida sedentária. A sugestão, com todas suas promissoras implicações, é do bioquímico Robert Beyer, da Universidade de Michigan, Estados Unidos. Ali, dois grupos de ratos foram inoculados com agentes cancerígenos, depois, enquanto um dos grupos foi forçado a percorrer em laboratório de 10 a 15 quilômetros diários, os outros permaneceram em repouso. Resultado: as células dos animais ativos haviam sido menos afetadas pelo câncer. Segundo Beyer, é possível que a mioglobina e a coenzima Q – substâncias cuja concentração nas células normalmente aumenta nos organismos submetidos a exercícios – tenham neutralizado as letais mudanças químicas induzidas pelas drogas cancerígenas. Se confirmada, essa hipótese pode abrir uma nova linha de pesquisas sobre a prevenção da doença.

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