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O que as marcas nas suas unhas dizem sobre sua saúde?

Coração, pulmão, fígado: olhar as mãos é praticamente um check-up

Por André Bernardo Atualizado em 31 out 2016, 18h30 - Publicado em 25 Maio 2011, 22h00

Doenças se manifestam da raiz do cabelo à ponta dos pés, mas as unhas são particularmente boas para delatar alterações na saúde. Isso acontece porque produzir unhas saudáveis é uma tarefa complexa e delicada. Se faltar algum zinco, ferro, cobre, água, entre outros, a matriz ungueal, responsável pelo seu cres­cimento, entrega um trabalho malfeito. Isso sem falar em agentes externos: unhas amareladas, por exemplo, podem ser sinal de fungos que aproveitaram uma imunidade baixa. Por isso, dermatologistas recomendam o autoexame das unhas. Se não estiver rosa e com a lúnula (a popular “meia-lua”) bem branquinha, não precisa roê-las, mas marque uma consulta.
 


Na ponta dos dedos
Saiba como as unhas são alteradas por algumas doenças

1. Amareladas

No caso de fumantes, o amarelo vem da impregnação da nicotina – liberada principalmente sobre a unha dos dedos médio e indicador. Além disso, baixa imunidade atrai fungos, como a cândida, que também pode deixar as unhas amareladas.

2. Azuladas

Enfisema, bronquite, asma e outras doenças pulmonares dificultam a tarefa de distribuir oxigênio para o corpo. Quando isso acontece, o sangue chega a alguns órgãos e tecidos já desoxigenado – ou seja, mais azulado, o que se reflete nos vasos sanguíneos das unhas.

3. Vermelhas

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Causadas por problemas de circulação ou endocardite bacteriana. Neste caso, o endocárdio (membrana que reveste o coração) é invadido por bactérias que se multiplicam e migram para outras partes do corpo, como as unhas.

4. Manchas brancas

É um sinal de deficiência alimentar, que além disso provoca unhas secas, deformadas e quebradiças.

5. Esbranquiçadas

Típicas de quem sofre de doenças do fígado, como cirrose. Com a queda da taxa de albumina, substância proteica fabricada no fígado e liberada no sangue, a lúnula cresce, dando à unha um aspecto opaco.

Fontes Evandro Tinoco Mesquita, cardiologista do Hospital Pró-Cardíaco; Omar Lupi, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia; Solange Maciel, dermatologista da Sociedade de Dermatologia do Rio de Janeiro.

 

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