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“Vacinas da Covid têm alto risco de efeito colateral cardíaco.” Não é bem assim…

A manchete correu o mundo. Mas, na verdade, ela deriva de um erro - que foi reconhecido pelos próprios autores do estudo. Entenda o caso.

Por Bruno Garattoni Atualizado em 14 jan 2022, 14h54 - Publicado em 17 nov 2021, 18h55

O que a notícia dizia

As vacinas de RNA mensageiro, produzidas pela Pfizer e pela Moderna contra a Covid-19, causam miopericardite (inflamação no coração, uma condição perigosa e potencialmente letal) em uma a cada mil pessoas imunizadas, diz um estudo publicado pela Universidade de Ottawa, no Canadá. É um risco alto, e por isso o uso desses produtos deveria ser reconsiderado.

Qual é a verdade

O estudo (1) analisou 32 mil pessoas vacinadas em Ottawa e os efeitos colaterais nesse público. Mas, na verdade, a cidade já havia aplicado mais de 800 mil doses da vacina. Usando o dado correto, é possível chegar ao real risco de inflamação, que é muito menor: um caso a cada 25 mil pessoas, mesmo nível calculado pela Pfizer. Os autores reconheceram o erro e retrataram (desautorizaram) o próprio trabalho.

Fonte 1. mRNA COVID-19 Vaccination and Development of CMR-confirmed Myopericarditis. AM Crean e outros, 2021.

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Saúde
“Vacinas da Covid têm alto risco de efeito colateral cardíaco.” Não é bem assim…
A manchete correu o mundo. Mas, na verdade, ela deriva de um erro - que foi reconhecido pelos próprios autores do estudo. Entenda o caso.

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