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O que muda no basquete em cadeira de rodas das Paralimpíadas?

A maior parte das regras permanece igual: existem cestas de 2 e de 3, a quadra tem as mesmas dimensões e até a altura da tabela é idêntica.

Por Felipe Germano Atualizado em 30 ago 2021, 12h13 - Publicado em 27 ago 2021, 12h06

Não muda muita coisa.

São cinco jogadores em cada time. As dimensões da quadra são idênticas às utilizadas nos Jogos Olímpicos originais. O jogo também é dividido em quatro quartos de 10 minutos, o padrão internacional da FIBA (na liga americana, a NBA, são 12 minutos). Até as tabelas preservam os 3,05 m de altura da versão convencional do esporte. Existem cestas de 2 e 3 pontos, e a linha de 3 permanece igual.

As adaptações ocorrem apenas nos aspectos em que não é possível reproduzir o basquete comum ao pé da letra. Por exemplo: há um limite no número de passos que você pode dar carregando a bola na mão, sem quicá-la ou pássa-la. No basquete paralímpico, essa contagem de passos se converte em toques nas rodas da cadeira.

Todos os jogadores são avaliados pelos padrões de Classificação Funcional da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). O processo analisa a capacidade funcional do tronco, das mãos, dos membros inferiores e membros superiores dos jogadores, apontando um resultado em forma de números que variam entre 1 (para o competidor que não consegue controlar o tronco) e 4,5 (atribuído para aquele que tem que, na cadeira, não tem limitações).

A soma dos jogadores em quadra não pode superar 14 – o que faz com que jogadores com diferentes tipos de deficiência joguem juntos.

O basquete em cadeira foi a primeira modalidade paralímpica a ser praticada no Brasil. O jogo acontece por aqui desde 1958.

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