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A máfia russa, na era atômica

Por Da Redação - Atualizado em 31 out 2016, 18h45 - Publicado em 23 jul 2009, 22h00

Esqueça as bombas e metralhadoras dos filmes de gângsteres. A máfia, pelo menos a russa, entrou na era atômica. A denúncia é da polícia de Moscou, que está investigando o assassinato do diretor de uma empresa, morto com o uso de uma “fonte radioativa”. O crime foi descoberto quando o empresário, cujo nome é mantido em sigilo, foi hospitalizado com sintomas diagnosticados por um médico como envenenamento radioativo. Nos dias seguintes vários funcionários começaram a adoecer e um executivo da empresa, afinal, com um contador Geiger fez uma medição. Os índices de radioatividade estavam tão altos que ele chamou o departamento de defesa civil, que acabou localizando a substância radioativa escondida na cadeira do empresário, à altura de seu pescoço. “É horrível”, comenta Alexander Lutsko, do Colégio Internacional de Radio ecologia Sakharov, de Minsk, “eles podiam ficar nos métodos tradicionais, como facas e pistolas”.

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