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Dona de casa é presa após enviar “deepfakes”

Técnica usa softwares com inteligência artificial para inserir o rosto de uma pessoa em vídeos forjados

Por Bruno Garattoni Atualizado em 16 abr 2021, 16h48 - Publicado em 15 abr 2021, 11h09

Raffaela Spone, de 50 anos, é acusada de ter enviado deepfakes (vídeos falsos, que usam técnicas de inteligência artificial para inserir o rosto de uma pessoa em gravações) para prejudicar colegas de escola da filha em Bucks County, na Filadélfia.

Nos vídeos, três garotas menores de idade aparecem nuas, fumando e bebendo. Spone queria que as meninas fossem expulsas da equipe de cheerleaders, na qual a filha dela participava. Nas mãos de um leigo, os programas para gerar deepfakes ainda não produzem resultados 100% convincentes – mas têm ficado mais fáceis de usar.

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