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A tecnologia por dentro de um capacete de futebol americano

O futebol americano é um espetáculo de alto impacto físico e midiático: pancadas violentas ameaçam a saúde (e a vida) dos atletas. Para evitar mais estragos, a NFL – liga profissional dos EUA – investe pesado na tecnologia dos capacetes

Por Tiago Jokura e Danilo Cezar Cabral - Atualizado em 2 fev 2018, 15h19 - Publicado em 5 fev 2016, 16h30

Super Bowl

As origens | A consagração | Infográfico: A tecnologia por dentro de um capacete de futebol americano

 

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Maíra Valentim

1. Shock pads

Bumpers  de borracha e polímeros amortecem as pancadas na cabeça. 

2. Drawstring 

Uma armação tubular de fibra de carbono vibra e distribui a força dos impactos pelos shock pads.

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3. Chin strap

Tiras com fivelas ajustáveis e protetor de queixo preso ao casco por botões de pressão.

4. Por dentro 

O tecido que liga os bumpers é de kevlar (usado em coletes à prova de balas).

5. Por fora 

O modelo mais caro custa US$ 400 e suporta impactos de até 150 vezes a força da gravidade.

6. Rádio

O quarterback (jogador que lidera o ataque) e um defensor ouvem instruções dos treinadores.

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7. Air pads

Um sistema de câmaras infláveis deixa o capacete justinho no crânio.

8. Face mask 

As grades frontais são de aço de carbono ou ferro.A máscara tende a ser mais fechada quando a posição do jogador requer mais contato físico.

Impacto profundo 

Ao fazer a autópsia de ex-jogadores, o Dr. Bennett Omalu descobriu que pancadas na cabeça podem causar encefalopatia traumática crônica, doença associada a esportes como boxe. A história deu origem ao filme Concussion – lançado como Um Homem Entre Gigantes no Brasil – com Will Smith no papel do médico.

Leia mais: Super Bowl: as origens do maior espetáculo da Terra

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