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Quando é melhor trocar de celular?

Pelo menos de duas em duas gerações. Isso permite que você adquira um aparelho realmente mais avançado

Então você comprou um smartphone lindo e quase perfeito no ano passado e hoje ele parece uma lata velha — mesmo que continue funcionando como antes.

Bem, você não é o único. O avanço tecnológico é tão grande que, na média, laptop, celular, tablet e outras bugigangas são vendidos para satisfazer o consumidor mais exigente por, no máximo, dois anos.

Isso acontece especialmente por causa da apresentação cadenciada das novas tecnologias ao público. Por exemplo, o iPad 1, lançado em 2010, não tem giroscópio, que, junto com o acelerômetro, permite aquela precisão de movimentos necessária para várias funções, especialmente em jogos. Já o iPhone 4, também de 2010, tem giroscópio. Ou seja, a Apple tinha a tecnologia, mas não quis saber de iPad com giroscópio (ele surgiria no iPad 2).

É uma prática comum no mercado. O que fazer, então? “Não compre todas as gerações. Se você tem o 1 ou 2, compre depois só o 4 ou o 5”, diz Rafael Lamardo, especialista em marketing digital da ESPM-SP. “Se for se preocupar em estar na última onda, isso vai custar caro.”

Quando atualizar?

Sistema operacional
Não atualize imediatamente após o lançamento. Aguarde, leia resenhas e decida se vale a pena. Algumas atualizações podem acabar com algo que você goste. Por exemplo, o iOS 6, do iPhone, ficou três meses sem Google Maps.

Aplicativos
A maioria das atualizações de apps serve para corrigir falhas. Ou seja, a ideia é melhorar, então o ideal é atualizar assim que elas saírem. Porém, às vezes, há armadilhas embutidas nessas atualizações que vão limitar alguma função do app. Sendo assim, por mais chato que seja, tente ler a descrição das mudanças antes de atualizar.