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Três coisas que as pessoas estão começando a entender sobre tecnologia

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h49 - Publicado em 30 nov 2007, 22h00

Sérgio Gwercman, redator-Chefe

1) Tecnologia não é o futuro. É o presente

Muita gente acredita que falar de tecnologia é falar do futuro. Bobagem. Ninguém sabe como será o futuro. É impossível prevê-lo. Como imaginar nossos tempos, por exemplo, sem saber que existiria a internet? É por isso que na Super não nos metemos com futurologia ao falar de tecnologia. O que nós fazemos é antecipar tendências. Queremos ser os primeiros a escrever sobre o que está acontecendo. E não sobre o que vai acontecer – porque previsões quase nunca se realizam! É esse espírito que você encontrará nas matérias especiais de tecnologia que recheiam esta edição – incluindo um guia com os produtos mais legais para você comprar no Natal.

2) Vivemos o momento mais bacana da história da tecnologia

Ok, ao ver uma pirâmide sendo erguida no seu quintal, até o faraó Quéops deve ter exaltado a revolução tecnológica do Egito. Normal: a tecnologia costuma andar só para a frente, e cada ano é mais desenvolvido que o anterior. Mas os nossos tempos têm algo especial: a velocidade com que as coisas acontecem. Há quem diga que no século 19 vimos mais avanços significativos que nos 9 séculos anteriores juntos. E que, nos primeiros 20 anos do século 20, vimos mais avanços que no século 19 inteiro. E que no século 21 veremos 1 000 vezes mais avanços tecnológicos que no século passado. Opa, isso aí já é futurologia!

3) Tecnologia é uma grande moleza

Em agosto, lançamos o Super Guia da Internet, uma edição especial que pretendia ensinar como resolver a vida através do computador. Foi um dos maiores sucessos de venda do ano. Fiquei feliz. É uma prova de que as pessoas estão finalmente perdendo o medo da internet. Elas estão entendendo que a tecnologia existe para facilitar a vida e usá-la é bem mais fácil do que parece. Pelo jeito, há cada vez menos gente como a minha irmã, que mesmo morando em outro país ainda se recusa a usar Messenger e Skype. Ela diz que “odeia a internet”. Ainda não entendeu que a web está para este mundo aqui como o oxigênio para os pulmões.

Um abraço.

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