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Troque lixo reciclável por livros ou alimentos em Porto Alegre

26 de maio de 2015


Para incentivar a população a praticar a reciclagem, a prefeitura de Porto Alegre (RS) lançou um projeto muito bacana, chamado Troca Solidária. É fácil participar: basta levar lixo reciclável –metais, plásticos, vidros, papéis e embalagens longa vida – para um posto de coleta e trocá-lo por livros ou hortifrutigranjeiros.

Simples, mas genial, não? Além de conscientizar sobre os resíduos sólidos, a iniciativa também pretende incentivar as pessoas a lerem mais. E o melhor é que a comunidade também se beneficia de outras formas. Por exemplo, bibliotecas públicas também receberam livros doados para a ação e o entorno da comunidade foi limpo e ganhou um jardim. Leia o texto completo no Blog da Redação do Planeta Sustentável.

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Fotos: Ivo Gonçalves/PMPA


Nova tecnologia distribuirá água potável no Paquistão

20 de maio de 2015

Que tal sacar água em vez de dinheiro do caixa eletrônico? A ideia parece maluca, mas é uma ótima solução para regiões que enfrentam problemas de escassez e de má distribuição dos recursos hídricos entre os habitantes. A província de Punjab, no Paquistão, ganhará uma máquina chamada Wrind*. Com ajuda de um cartão de crédito, os cidadãos poderão coletar até 30 litros por dia do aparelho.

A tecnologia é do Laboratório de Inovações para Aliviar a Pobreza de Lahore* (IPAL Lab, na sigla em inglês) em parceria com o governo de Punjab e a empresa Saaf Pani. Ficou interessado em saber mais sobre esse projeto inovador? Leia o texto completo no Blog da Redação do Planeta Sustentável.

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*Laboratório de Inovações para Aliviar a Pobreza de Lahore 

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Embalagens e objetos biodegradáveis são produzidos com material feito com cogumelo

18 de maio de 2015

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Milhares de toneladas de resíduos são produzios diariamente em todo o planeta devido ao nosso atual modo de consumo. São embalagens e mais embalagens de alimentos, produtos eletrônicos e roupas. Pensando em uma forma de diminuir este imenso impacto ambiental, engenheiros americanos de uma empresa de design de produtos criaram um material feito a partir de um fungo: o micélio.

A matéria-prima natural, é totalmente biodegradável. Este ano, objetos fabricados com ela foram premiados pelo Museu de Design de Londres. Leia a reportagem completa sobre esta inovação no Blog da Redação do site do Planeta Sustentável.

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Fotos: divulgação Ecovative


Sírio faz brinquedos para crianças refugiadas com material retirado do lixo

14 de maio de 2015

O carpinteiro Kareem, de 65 anos, vive no deserto da Jordânia, onde há um campo de refugiados da guerra civil da Síria. Além de ter deixado tudo o que construiu ao lado de seus 14 filhos para trás, o abrigo onde mora está longe de ser confortável. Mas nada disso abala o vovô, que usa seu tempo ocioso para fabricar brinquedos com o que encontra no lixo para seus netos e crianças da vizinhança.

“Se eu pudesse, faria brinquedos ainda melhores”, diz Kareem, cuja maior vontade é voltar para casa. Quer saber mais sobre a história inspiradora de Kareem? Leia o texto completo no Blog da Redação do Planeta Sustentável.

Crédito da foto: Reprodução/YouTube

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Máquina transforma plástico reciclado em filamento para impressora 3D

8 de maio de 2015

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Um dos principais avanços tecnológicos dos últimos tempos são as impressoras 3D. Em algumas áreas da ciência, como a medicina, a inovação tem servido para a fabricação de próteses, muitas delas caseiras e com custo bem mais barato.

Entre as maiores vantagens da nova tecnologia estão o ganho com tempo e economia de matéria-prima, utilizada para moldar os objetos. Impressoras 3D utilizam filamentos de plástico no lugar da “tinta”, usada nas máquinas tradicionais. Todavia, o preço dos filamentos é bastante caro e no final da impressão, há muita sobra de material.

Buscando uma maneira de tornar o processo mais sustentável, três estudantes de engenharia da Universidade de British Columbia, no Canadá, criaram a ProtoCycler, máquina que pode triturar qualquer tipo de resíduo plástico – garrafas PET, embalagens de comida, sacolas – e transformá-lo em filamento. O visual da engenhoca faz lembrar um daqueles forninhos de bancada para aquecer comida, que muitas famílias têm na cozinha.

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ProtoCycler, invenção de estudantes do Canadá, transforma
resíduos plásticos em filamentos

O nome da empresa criada por Dennon Oosterman, Alex Kay e David Joyce é ReDeTec* - Renewable Design Technology (Tecnologia do Design Renovável, em inglês). “Resíduos podem ser recuperados e transformados em tudo o que desejamos, sem precisarmos nos preocupar com a quantidade de dinheiro que vamos gastar ou o impacto ambiental que causaremos”, dizem os estudantes.

Para os jovens inventores, ao permitir que pessoas reaproveitem seus resíduos das impressoras 3D ou mesmo dêem vida nova a objetos de plástico, a tecnologia assume uma nova função – em vez de estimular o consumo, torna-se uma indústria impulsionada pela criação. “Queremos que toda tecnologia seja o mais sustentável possível”.

Oosterman, Kay e Joyce esperam que a ProtoCycler atraia o interesse de escolas, por exemplo, onde alunos poderão fazer testes e inúmeras tentativas de impressões reutilizando os mesmos filamentos plásticos inúmeras vezes. E sem  gerar resíduos para o meio ambiente.

No início do ano, a ReDeTec conseguiu US$ 100 mil para viabilizar a produção da máquina no site de crowdfunding Indiegogo. O preço da ProtoCycler ainda é um pouco alto. Está sendo vendida por US$ 699. Mas os jovens da universidade canadense garantem que o investimento vale a pena.

A máquina produz cerca de 3 metros de filamento por minuto e de qualquer cor desejada – basta colocar o plástico a ser reciclado do tom que o usuário deseja.

Confira a seguir as etapas do processo da produção dos filamentos recicláveis para a impressão em 3D:

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 Resíduos plásticos são triturados e transformados em filamento

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A ProtoCycler produz até 10 metros de filamento por minuto

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O filamento na bobina ao final do processo, pronto para ser usado em novas impressões

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Custo mais baixo e menor impacto ambiental nas impressões 3D

 


*ReDeTec

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Fotos: divulgação