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“Enquanto você espera o trem, ele espera um rim”: ação incentiva doação de órgãos

Débora Spitzcovsky 9 de maio de 2012

Se você é daqueles que fica irritado por esperarna estação de trem, na fila do banco ou no farol –, a campanha da fundação alemã Fürs Leben*, que busca incentivar a doação de órgãos no país, cairá como uma luva para você. A entidade levou o jovem Michael Stapf, que espera há sete anos por um rim, para fazer hemodiálise em uma movimentada estação de trem de Frankfurt. O recado que eles queriam passar para aqueles que aguardavam o transporte público? “Alguns de nós está esperando por muito mais tempo. Por um doador de órgão”.

A ideia da iniciativa – que foi documentada em vídeo (assista abaixo!) – é sensibilizar os frequentadores da estação de trem para uma questão, ainda, muito ignorada pela população da Alemanha: a doação de órgãossobretudo daqueles que podem ser doados em vida, como rim, parte do fígado e medula óssea.

No país europeu, em média, três pessoas morrem todos os dias por conta da falta de doadores. Enquanto há 12 mil alemães precisando de algum órgão, apenas pouco mais de mil cidadãos se dispõem a doar. No Brasil, a situação não é diferente: dados do Ministério da Saúde apontam que há só 3,7 doadores por milhão de habitantes e milhares de pessoas aguardam, atualmente, na lista de espera para a doação de algum órgão.

Para mudar essa realidade, há apenas um caminho: a conscientização. Você acredita que a iniciativa da fundação Fürs Leben na estação de trem foi uma boa sacada?

*Fürs Leben

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Portal Repolítica volta para facilitar o voto consciente

Marina Franco 4 de maio de 2012

Se você já teve dificuldade de escolher o candidato que mais se aproxima do que você espera de um político, vai gostar do site Repolítica*. Nele é possível encontrar candidatos de acordo com as suas preferências de partido, ideologia, valores, temas prioritários (saúde, educação, meio ambiente, infraestrutura), popularidade, ética, competência ou atuação parlamentar.

Quem constrói o perfil de cada candidato são, também, os próprios eleitores – através de um questionário -, além de dados do TSE – Tribunal Superior Eleitoral e da Transparência Brasil*. Ou seja, quanto mais usuários, mais preciso fica o banco de dados. Em 2010, quando entrou no ar, o Repolítica ajudou mais de 150 mil eleitores a encontrarem seu candidato ideal.

Nas eleições deste ano, espera-se que 400 mil políticos estarão disputando atenção dos brasileiros. Muito, não? E para facilitar o processo de escolha, não permitir desestímulo e ajudar na decisão de um voto consciente, o Repolítica será reformulado para agregar vídeos, notícias e perguntas específicas sobre as 20 maiores cidades do país – já que serão eleições municipais. Outra novidade é que, além dos rankings de popularidade, serão lançadas listas a partir da repercussão quanto à ética, competência, o carisma, entre outros critérios.

Para os políticos, a novidade é que eles poderão completar seu perfil gratuitamente, divulgar suas campanhas e ter acesso a estatísticas sobre os usuários que encontram seus perfis.

Mas o novo Repolítica precisará de ajudar para entrar no ar. Seus criadores estão com o projeto no Catarse, plataforma de financimento coletivo, oferecendo recompensas para quem investir nessa ideia – elas vão desde newsletters sobre atualizações dos políticos até o patrocínio de uma pergunta sobre a sua cidade, passando por contas premium para os candidatos. Até o dia 18/05, eles precisam arrecadar R$ 29.885.

O vídeo abaixo fala mais sobre o projeto:

O que achou desta iniciativa? Você se sente perdido na hora de escolher seu candidato?

*Repolítica
*Transparência Brasil

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Aplicativo Aves da Amazônia, do Planeta Sustentável, ajuda a fotografar pássaros

Marina Franco 3 de maio de 2012

Se você tiver a oportunidade de ir à Amazônia certamente vai observar muitas aves diferentes das que vivem na sua cidade. A diversidade é impressionante e, para ajudar a identificar as espécies, o Planeta Sustentável acaba de lançar o aplicativo Aves do Brasil – Amazônia*, um verdadeiro guia de campo sobre os pássaros da região.

Você pode fazer pesquisas para reconhecer 198 aves da Amazônia a partir de informações que observar, como cor, tamanho, formato do bico ou comprimento da cauda dos animais. As fotos – de Anselmo d’Affonseca – vêm acompanhadas pelo nome popular e científico da ave, além de um texto sobre o sue habitat natural, suas características e seus hábitos. Veja um exemplo abaixo:

Também é possível ouvir o canto de cada pássaro. E, se você estiver atrás de uma bela foto, pode reproduzir o som para atrair a ave que está por perto e fazer o click. Essa é uma técnica recorrente dos praticantes de birdwatching e fotógrafos de natureza. Corre experimentar!

Além de tudo isso você ainda pode registrar o local e a hora em que observou determinada espécie – o que pode contribuir para pesquisas científicas sobre o animal – e subir as fotos que registrar para o aplicativo instalado no seu iPhone ou iPod touch (que use o sistema iOS 4 ou versão superior). As imagens poderão ser publicadas no Twitter e Facebook, para compartilhar com seus amigos. Além da versão completa, há outra gratuita, com 30 espécies.

Baixe o aplicativo na AppleStore!

*Aves do Brasil no Facebook

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Nos parques do México, quem recolher cocô de cachorro ganha WiFi gratuito

Débora Spitzcovsky 2 de maio de 2012

Dez parques públicos da Cidade do México adotaram uma medida um tanto quanto diferente para incentivar seus frequentadores a recolher o cocô de seus cachorros e manter o espaço limpo: oferecer WiFi gratuito toda vez que a sujeira dos bichinhos for depositada no lixo.

A iniciativa, criada por um portal de notícias do país, funciona da seguinte maneira: aparelhos especiais, que fazem a função de lixeiras, foram espalhados pelos parques. Cada vez que os frequentadores recolhem o cocô de seus cachorros e depositam no local, a máquina libera WiFi gratuito para todos que estão no parque. A quantidade de minutos grátis para navegar é proporcional à quantidade de cocô depositada no lixo.

Entenda melhor como funciona a iniciativa, batizada de Poo WiFi, no vídeo abaixo.

A falha do Poo WiFi é que a máquina não é capaz de identificar o lixo que é depositado nela. Ou seja, qualquer resíduo, que não cocô, também gera internet grátis para os frequentadores dos parques. Os idealizadores da ação, no entanto, não julgam essa deficiência um problema, já que, independente do que for depositado nas lixeiras, trata-se de lixo, que está sendo jogado no lugar correto.

Já pensou se o Poo WiFi chegasse aos parques brasileiros?

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Roupas de fibras naturais e placas solares para corridas e caminhadas

Marina Franco 25 de abril de 2012

Estudantes da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma série de roupas feita de fibra natural e capaz de carregar pequenos aparelhos eletrônicos. A ideia é fabricar modelos duráveis, confortáveis e estilosos para ser usados em corridas e caminhadas ao ar livre.

O projeto, coordenado por pesquisadores do Departamento de Design da universidade*, é considerado único porque alia tecidos naturais – como algodão ou linho, ao invés daqueles derivados do petróleo – e placas solares, para armazenar energia do Sol e abastecer os gadgets de quem a está usando. Até então as roupas equipadas com placas solares de que se tinha notícia não tinham o apelo fashion. Afinal, os painéis são feios e volumosos, não é mesmo?

Os pesquisadores também descobriram uma combinação de espessura, peso, tingimento, acabamento e tipo de tecidos naturais que garante boa proteção contra a radiação ultravioleta.

Com financiamento de US$ 15 mil da EPA – Agência de Proteção ao Meio Ambiente, o grupo já desenvolveu protótipos de três jaquetas, um colete e dois capacetes – um para ski, que também é equipado com Bluetooth, e outro que poderá ser usado por militares.

Os modelos foram expostos na feira National Sustainable Design, em Washington, realizada nesta semana. O que acharia de um tipo desses no seu guarda-roupa? Gostaria que suas roupas de ginástica tivessem mais funcionalidades?

*Department of Design and Merchandising

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Foto: Divulgação/ Universidade de Colorado

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