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Coréia do Norte bane sarcasmo por medo do ditador Kim-Jong Un

Por Lucas Massao Atualizado em 4 jul 2018, 20h33 - Publicado em 12 set 2016, 12h51

Korea

O governo norte-coreano proibiu as pessoas de fazerem comentários sarcásticos a respeito do ditador Kim-Jong Un ou do regime totalitário em suas conversas do dia a dia, incluindo críticas indiretas ao governo autoritário. De acordo com agências de notícias da Ásia, os cidadãos foram informados das novas regras em reuniões promovidas por funcionários governamentais.

“Um oficial de segurança organizou uma reunião para alertar os residentes de possíveis ‘ações hostis’ por elementos internos rebeldes”, afirmou um cidadão da província de Jagang. “O ponto principal era nos calar”, completou. Ainda segundo a fonte, que não se identificou, o oficial também disse que expressões sarcásticas como “É tudo culpa dos Estados Unidos” passariam a ser consideradas críticas inaceitáveis do regime.

Outra expressão vexatória “Um tolo que não consegue ver o mundo exterior”, que circula com frequência no Estado totalitário, também foi banida por se referir à visão isoladora do líder norte-coreano. A frase foi, aparentemente, criada quando oficiais descobriram que Kim não teria participado de eventos relembrando o fim da Segunda Guerra Mundial na Rússia e na China.

A imprensa local tem registrado um crescente número de manifestações ultimamente. Até mesmo grafites com críticas ao governo e seu líder apareceram em Pyongyang nas últimas duas semanas. As tentativas de impedir uma efervescência popular começaram em um período em que a Coréia do Norte chamou a atenção do mundo ao realizar, com aparente sucesso, mais um teste com armas nucleares.

Com The Independent

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