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O ser humano só usa 10% do cérebro. Verdade ou mentira?

Veja o que a ciência tem a dizer sobre uma das questões mais recorrentes envolvendo a mente humana

Por Ricardo Lacerda
Atualizado em 21 jun 2018, 15h39 - Publicado em 21 jun 2018, 15h38

É tentador pensar que o cérebro ainda tem 90% de funcionalidades a explorar. Mas não é verdade. O órgão opera em potência máxima o tempo todo. Uma prova disso é que quando você está deitado, no mais puro ócio, seus músculos consomem pouca energia. Se você levantar e sair correndo, eles vão gastar cem vezes mais calorias do que quando estava deitado.

O cérebro opera numa lógica diferente. Ao resolver problemas difíceis, ele consome apenas 1% a mais de energia do que quando você pensava no nada. O responsável por isso é o inconsciente. Os exames de ressonância magnética, por exemplo, demonstram que diversas partes do cérebro são demandadas para realizar atividades simples, como mover os dedos. Em 2015, pesquisadores do MIT, nos EUA, utilizaram eletrodos para medir movimentações neurais de 2,7 mil pontos do córtex. O estudo descobriu que o cérebro toma diferentes caminhos para realizar funções.

Uma das possíveis origens para o mito de que se usa apenas 10% do cérebro tem relação com as células neuróglias ou gliais, responsáveis pelo trabalho pesado do sistema nervoso. Entre outras coisas, elas levam substâncias nutritivas ao órgão, evitam interferências nos impulsos dos neurônios e removem tecidos mortos. Conhecidas como “formiguinhas do cérebro”, elas representam 90% do universo de células neuronais. Os outros 10% dizem respeito aos neurônios, responsáveis por enviar os impulsos que fazem o organismo funcionar.

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