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Recorde de consumo de hot-dog está próximo ao limite

Desafiantes nunca comeram tanto – e tão rápido. Mas todo poço tem um fundo. É o que diz um novo estudo.

Por SUPER - Atualizado em 25 ago 2020, 14h38 - Publicado em 1 ago 2020, 11h20

Em julho de 2020, o americano Joey Chestnut quebrou novamente seu próprio recorde mundial de consumo de cachorros-quentes: foram 75 pães com salsicha empurrados goela abaixo em dez minutos.

A marca supera os 74 que engoliu na edição de 2018 do Nathan’s Hot Dog Eating Contest, principal campeonato de comilança de hot-dogs dos Estados Unidos – do qual já foi campeão 13 vezes.

Nas últimas quatro décadas de competição, o desempenho dos comedores de hot-dog melhorou 700%. Mas esse número não deve seguir aumentando. Pelo contrário: está próximo de alcançar um teto.

Em teoria, 83 seria o número máximo de cachorros-quentes que um ser humano pode comer em dez minutos. Segundo um novo estudo, que analisou 152 competidores em 39 edições desse concurso americano de ingestão de dogs, nosso sistema digestivo não é preparado para uma velocidade de mastigação além desse limite.

Alcançar essa marca significa ingerir nada menos que 832 gramas por minuto – ritmo que supera o de um urso-cinzento comendo carne. E nem adianta recorrer à mostarda: o molho é proibido em competições do tipo.

O estudo foi publicado na revista científica Biology Letters, e você pode lê-lo clicando aqui.

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