Clique e assine a partir de 8,90/mês

Três notícias sobre: plásticos

Brinquedo com DNA, plástico adestrado e oceanos mais poluídos.

Por Rafael Battaglia - Atualizado em 26 dez 2019, 19h29 - Publicado em 26 dez 2019, 15h56
André Santos/Superinteressante

Adestramento

Cientistas da Universidade de Tampere, na Finlândia, conseguiram “treinar” um pedaço de plástico para se mexer como um caramujo. Feito com cristais líquidos sensíveis ao calor e substâncias que reagem à presença de luz, o plástico converte energia em movimento. No início, ele só se mexe quando aquece. Com o tempo, ele “aprende”, e os cristais começam a se mover antes mesmo de aquecer.

Nanoplásticos

A quantidade de microplásticos nos oceanos pode ser um milhão de vezes maior do que se pensava. As pesquisas que fazem essa medição usam redes que captam pedaços de plástico de até um terço de milímetro, mas um novo método, desenvolvido por cientistas da Universidade da California, coleta amostras menores que um fio de cabelo. Considerando estes, a concentração sobe de 10 pedaços por m3 de água para 8,3 milhões.

Genes sintéticos

Usando uma impressora 3D, pesquisadores suíços do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique criaram um coelho de plástico que contém uma espécie de “DNA”: qualquer pedaço dele armazena instruções de como construí-lo. São 370 milhões de cópias de arquivo espalhadas pelo coelhinho (em contas de vidro, como se fossem células), que podem ser interpretadas por outras impressoras para replicá-lo.

Continua após a publicidade
Publicidade