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Lennon e McCartney nunca mais se aproximaram depois do fim dos Beatles?

Era bem provável que os Beatles voltassem. Se John não tivesse sido assassinado.

Por Alexandre Carvalho
Atualizado em 18 nov 2022, 11h49 - Publicado em 18 nov 2022, 10h54

Depois de muitos telefonemas hostis discutindo aspectos jurídicos do fim dos Beatles e até canções solo em que falavam mal um do outro (a mais notória é “How Do You Sleep”, de 1971, que John gravou menosprezando a obra de Paul), os dois líderes da banda mais influente de todos os tempos iniciaram uma reaproximação. 

Isso foi em meados dos anos 1970, num período em que Lennon esteve temporariamente separado de Yoko Ono. Em 1974, chegaram a tocar juntos num estúdio, só de brincadeira, quando John estava produzindo o disco de um artista chamado Harry Nilsson (seu parceiro de bebedeira na época). McCartney assumiu a bateria, Stevie Wonder também estava lá, mas o resultado da jam session não foi dos melhores: segundo Paul, porque estava todo mundo drogado na ocasião. Lennon oferecia cocaína a todos que apareciam no estúdio.

Os contatos entre os dois foram ficando mais e mais amistosos com o passar dos anos. Quando John se tornou pai pela segunda vez, de Sean Ono Lennon, em 1975, ele e Paul passaram a trocar ideias sobre paternidade: o autor de “Imagine” queria ser um pai ativo, meio que compensando a negligência com o primeiro filho, Julian, de seu casamento anterior. 

Então McCartney começou a fazer visitas-surpresa ao apartamento de Lennon em Nova York, muitas vezes levando um violão. Foi lá tantas vezes que John precisou insistir para que ele telefonasse antes. “Não falei por mal”, explicaria Lennon. “Só quis dizer que estava tomando conta de um bebê o dia inteiro, e não dava para ter um cara batendo na minha porta.”

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Em entrevista para a BBC, ainda em 1975, John chegou a afirmar que passava pela sua cabeça, de vez em quando, a ideia de voltar a gravar com os Beatles. Mas que sempre havia um dos quatro contra a ideia (nessa ocasião, ele menciona George Harrison como o “do contra”, mas podia ser outro dependendo da fase). 

Sim, se não fossem os tiros de Mark Chapman, que mataram Lennon em 1980, provavelmente veríamos os Fab Four reunidos em algum momento.  

Fonte: John Lennon 1980 – The last days in the life, de Kenneth Womack.

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