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Do supercondutor ao Super Mario

Texto Fabio Marton

Supercondutor

Em 1911, o cientista holandês Heike Kamerlingh descobriu uma coisa incrível: se você resfriar bastante certos metais, eles se tornam supercondutores – conduzem energia de forma perfeita, sem desperdício nenhum. Com os supercondutores, seria possível criar carros elétricos hipereficientes e reduzir o consumo de combustíveis fósseis. Um sonho que a ciência persegue desde a…

Crise do petróleo

Em 1973, as nações árabes da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciaram que não exportariam mais petróleo aos aliados de Israel – no caso, todas as potências ocidentais e mais o Japão. Isso gerou uma crise econômica global que acabou com o “milagre econômico” brasileiro e também quebrou negócios mais triviais. Como o mercado de…

Parques de diversão

No Japão de 1975, com a crise mundial no auge, o lazer se tornou secundário – como a gasolina estava caríssima, as pessoas saíam de casa cada vez menos, o que acabou com a popularidade das máquinas de tiro ao alvo. O fabricante delas, que se chamava Nintendo, resolveu diversificar os negócios e apostou na onda dos fliperamas. Deu certo, e logo a empresa desembarcaria nos…

EUA

Em 1981, os americanos só queriam saber de jogar: deixaram mais de US$ 10 bilhões em fichas e moedinhas nos fliperamas do país. Mas, para a Nintendo, a coisa não começou muito bem: Radar Scope, um de seus primeiros flipers, foi um baita fracasso. Para reaproveitar as máquinas encalhadas, a empresa colocou nelas um novo jogo: Donkey Kong. Era a estréia de…

Super Mario

Os executivos não botaram muita fé (um homem baixinho, gordo e bigodudo jamais convenceria como super-herói), mas notaram uma coisa. O personagem se parecia muito com Mario Segale, dono do prédio onde funcionava a Nintendo dos EUA – e por isso ganhou o nome dele. Nascia ali o maior astro da história dos jogos: de pulinho em pulinho, ele vendeu mais de 280 milhões de games.