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Ciência e drama de boa qualidade

Chega às locadoras o filme sobre Richard Feynman, um dos gênios da Física do século XX.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
31 jan 1997, 22h00 • Atualizado em 17 out 2016, 17h23
  • João Luiz Guimarães

    Richard Feynman (1918-1988) foi um gênio. Prêmio Nobel de Física em 1965, participou, quando ainda estudava na Universidade de Princeton, Estados Unidos, do grupo que entraria para a história com o Projeto Manhattan, que resultou na bomba atômica. Apesar do desfecho, a importância científica da pesquisa é inegável. Só isso já seria suficiente para animar qualquer um a ver o filme Infinity, que chega às locadoras – sem passar pelos cinemas brasileiros – este mês. Mas há mais. Enquanto se via às voltas com as pesquisas, o físico enfrentava um drama pessoal. Sua noiva era tuberculosa e havia sido desenganada pelos médicos. O lado humano torna a história melhor ainda.

    Só falta nela o ótimo humor do cientista, que deixou saudade no Brasil, onde ele esteve várias vezes (veja entrevista abaixo). Além de fazer o papel principal, o ator Matthew Broderick dirige o filme. O roteiro é inspirado em dois livros de Feynman ainda não lançados aqui, Surely You’re Joking, Mr. Feynman e What do You Care About The People Think, Mr. Feynman.

    FlashStar Vídeo: 011 255 9911

    Admirador

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    De sua casa, em Nova York, o ator e diretor Matthew Broderick falou à SUPER.

    Como e quando conheceu Feynman?

     

    Matthew Broderick: Há quatro anos, quando li Surely You’re Joking, Mr. Feynman.

    Você se interessa por ciência?

    Não tenho formação científica, mas gosto de Astronomia, Física e Biologia.

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    Como vê a participação de Feynman no desenvolvimento da bomba atômica?

    Sei que é polêmico o que vou dizer, mas antes de culpar alguém, precisamos analisar a questão com a mentalidade daquele momento histórico. Foi uma decisão difícil, mas tinha de ser tomada.

    Bom amigo

    O físico José Leite Lopes, 78 anos, falou à SUPER sobre sua amizade com Feynman.
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    Ele era mesmo genial?

     

    Era. Além de inteligente, tinha uma grande imaginação. Suas contribuições à Física de Partículas foram inestimáveis.

    Vocês eram íntimos?

    Muito. Fui eu quem o convidou para vir ao Brasil, em 1951. Depois, nos vimos várias vezes na França e no México, onde estive “exilado”. E nos correspondemos até a morte dele.

    Ele gostava do Brasil?

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    Demais. Aprendeu a falar o português em apenas um mês, adorava samba e chegou a desfilar no carnaval do Rio.

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