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Quais os golpes mais comuns no Brasil?

Mutreteiro coloca um anúncio tipo este aqui: "Consórcio sorteado! Carro zero, de R$ 30 mil, com 37 parcelas pagas. Só restam 5. Vendo por R$ 15 mil mais as prestações que faltam." Beleza, hein?

Por Isabela Noronha Atualizado em 31 out 2016, 18h24 - Publicado em 31 jan 2006, 22h00

Consórcio generoso

O mutreteiro coloca um anúncio tipo este aqui: “Consórcio sorteado! Carro zero, de R$ 30 mil, com 37 parcelas pagas. Só restam 5. Vendo por R$ 15 mil mais as prestações que faltam.” Beleza, hein? Quando você telefona, eles mandam cópias de notas fiscais da concessionária, com papel timbrado, para mostrar que está tudo nos trinques. Tudo falso, claro. Para fechar o negócio, você deposita os R$ 15 mil numa conta (fantasma). E espera pelo carro. Sentado.

Seqüestro da mãe

O amigo-da-onça telefona para algum parente seu – sua mãe, por exemplo – dizendo que precisa “renovar um cadastro”. Simpático à beça, ele vai perguntando: qual a placa do carro da senhora? Tem filhos? Onde eles moram? Aí outro malandro da quadrilha liga para você e diz que seqüestrou a sua mãe. Como o sujeito já tinha pego um monte de informações sobre ela, a história parece verdade. Então ele dá o número de uma conta para o pagamento do “resgate”. E saca o mais rápido possível .

Casa de praia

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O velhaco escolhe uma casa de praia qualquer. Tira fotos e bota um anúncio no jornal dizendo que está alugando o imóvel para o próximo feriado, como se fosse o dono do lugar. Pronto: se você ficar interessado na casa, o sujeito vai passar o número de uma conta e pedir o depósito de um sinal, “para garantir a reserva”. Você paga e o gatuno some do mapa. O telefone dele? Era um celular clonado. A conta? Fantasma, aberta com documentos falsos.

Cartão enlatado

O larápio coloca um pedacinho de plástico no buraco do caixa eletrônico. A coisa serve para prender cartões magnéticos lá dentro. Quando você chega para sacar dinheiro, o malaco fica de butuca no teclado para decorar sua senha. Seu cartão acaba preso. Quando você se enche e vai embora xingando seu banco, a barra fica limpa para o golpista. Aí ele retira o plástico. O cartão sai junto e o ladrão faz a festa.

Bilhete premiado

O salafrário chega se fazendo de jeca: “Dotô, ganhei na Mega-Sena. Cê sabe onde eu pego o dinheiro? É que eu vim da roça e não sei nada…” O bilhete (falso) realmente traz os números vencedores. Aí outro malandro faz que estava escutando e chama você de canto: “Ei, vamos enganar esse trouxa: a gente compra esse bilhete por uma merreca e divide o prêmio!” Se você aceitar a proposta, já sabe o que acontece.

 

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