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Como montar um bloco de Carnaval?

Da música à identidade visual, conheça todos os passos para montar um bloquinho para chamar de seu.

Por Rafael Battaglia
Atualizado em 15 fev 2023, 14h19 - Publicado em 1 mar 2019, 16h51
Ilustração de um bloquinho fictício, o Unidos do Oráculo, com estandarte, abadás personalizados e um trio elétrico ao fundo.
(Gil Tokio/Superinteressante)

1. Junte a galera

Montar um bloco exige trabalho em equipe. Reúna um pessoal com disposição para decidir o tema da festa, que pode ser um artista, um meme ou até alguma manifestação ideológica. Crie um estandarte e defina cores e identidade visual.

2. Procure apoio da prefeitura

Algumas ajudam os blocos inscritos oficialmente: em troca de seguir as regras do edital, eles recebem ajuda com banheiros, segurança e trânsito. Os independentes, sem alvará, podem ser impedidos de desfilar se alguém reclamar.

3. Pense na música

Uma diária de trio elétrico sai no mínimo por R$ 5 mil. Já uma bateria exige bons músicos, claro (procure por eles no Facebook ou com indicações de outros blocos). A ordem das músicas deve ser confortável e fácil de decorar.

4. Arrecade dinheiro

Você pode procurar patrocinadores, dentro das regras da prefeitura. Outra fonte de renda é a venda de abadás, snacks e bebida nos ensaios abertos – na hora do bloco, mesmo, só ambulantes registrados podem trabalhar, vendendo a cerveja oficial.

5. Divulgue

Crie um evento nas redes sociais uns três meses antes e atualize com postagens, vídeos e enquetes. Se o objetivo é fazer um bloco pequeno, evite a internet: procure ruas fora do eixo, avise a vizinhança e chame os amigos.

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Para saber mais

Mês ideal para procurar a prefeitura em…

  • São Paulo (SP) – Out. (ano anterior)
  • Rio de Janeiro (RJ) – Maio (ano anterior)
  • Belo Horizonte (MG) – Out. (ano anterior)
  • Recife (PE) – Janeiro (mesmo ano)
  • Florianópolis (SC)J – Janeiro (mesmo ano).

Fontes: Egberto Moraes Spricigo, um dos organizadores do “Bloco do Pequeno Burguês”; Beatriz Cunha, integrante do “Bloco Pirata” e “Fanfarra Obscênicas” e Juliana Calheiros, uma das organizadoras do bloco “Ano passado eu mas esse ano eu não morro”.

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