Heidegger: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”
O ser não é uma coisa, é um movimento. E só pode ser pensado; não enunciado.
O alemão reabilitou a metafísica no século 20 depois da disciplina ter sido esquecida por três séculos. Mas, ao retomar a preocupação sobre o que é o ser, ele reposicionou radicalmente o pensamento sobre a existência. Da Antiguidade ao século 17, o ser e o ente (coisa) recebiam tratamentos iguais.
Para o filósofo, o ser não é uma coisa. O ser tem um caráter histórico, é um movimento, logo não se pode determinar o que é a sua essência. O ser só pode ser pensado, não enunciado. Complexo? Sim, muito. Heidegger é conhecido pela hermetismo. Mas não só por isso. Um dos seus pensamentos mais originais foi sobre a tecnologia, que poderia exercer controle sobre a natureza.
Só que esse controle seria uma ilusão. As mudanças climáticas, agravadas pela ação da tecnologia sobre a natureza, são um exemplo de como não temos total poder sobre a natureza. Escreveu tanto que, antes de morrer, deixou textos para alguns editores, e obras inéditas ainda chegam às livrarias desde a década de 1970.

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