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Como são feitas as marcas d’água?

Por Redação Mundo Estranho - Atualizado em 4 jul 2018, 20h25 - Publicado em 18 abr 2011, 18h59

Elas são o mais antigo dos elementos utilizados para garantir a autenticidade das cédulas de papel-moeda. O processo foi inventado na Itália, no final do século XIII, e ainda hoje é usado por quase todos os países do mundo. A marca consiste em moldar sobre a pasta do papel – ainda úmida – figuras que podem ser efígies de vultos históricos ou os mesmos desenhos impressos em relevo nas notas. Esse procedimento, aplicado ainda durante a fabricação do papel, resulta em um rearranjo das fibras do material, que – mesmo depois de seco – não retoma suas formas originais. Depois disso, as folhas podem ser enviadas para a impressão. A Casa da Moeda brasileira, por exemplo, já recebe o papel utilizado na confecção de cédulas com as marcas d’água em seus devidos lugares.

Firma reconhecida
Ainda úmido, o papel é marcado de modo que suas fibras ganhem um relevo permanente

1. A pasta do papel, ainda úmida, é marcada com um rolo que contém uma imagem em alto-relevo

2. A pressão do rolo faz com que as fibras se reorganizem. Mesmo depois de seco, o papel continua marcado

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