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Lugares assombrados do Brasil, parte 8: fantasmas famosos

Relatos garantem que estas personalidades nacionais seguem perambulando por locações históricas

 (Ico Yuji/Mundo Estranho)

1) Tiradentes
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro foi construída no terreno em que ficava a cadeia em que Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ficou preso durante três anos. Há quem diga sentir a alma do inconfidente no local, que hoje leva o nome de Palácio Tiradentes.

2) Artur Azevedo
3)Olavo Bilac
Dizem que o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abriga fantasmas famosos, como o jornalista Artur Azevedo. Ele faria o discurso de inauguração do prédio, em 1909, mas morreu um ano antes. O poeta Olavo Bilac, que discursou no lugar do amigo, é outro suposto fantasma do local.

 

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4) Dona Maria, a louca
Seus restos mortais foram levados para Lisboa, mas o fantasma dessa rainha de Portugal estaria assombrando o Convento do Carmo, no Rio de Janeiro. No local, uma placa lembra: “Pelas janelas deste prédio faziam-se ouvir as manifestações de demência da rainha-mãe”.

5) Tim Maia
Muita gente diz que já viu o espírito do cantor perambulando pelo Teatro de Niterói. Foi nesse palco que o síndico fez sua última aparição, em 8 de março de 1998, antes da gravação de um show. Ele passou mal, foi levado ao hospital e morreu uma semana depois.

6) Lampião
O Museu da Resistência, em Mossoró (RN), foi criado para lembrar a resistência da cidade contra a invasão do bando de Lampião, em 1927. Dizem que o cangaceiro não engoliu até hoje a derrota e seu espírito vaga lamentando pelos corredores.

 

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CONSULTORIA Angela Arena, pesquisadora e professora de turismo na Faculdade Anhanguera, e Mateus Fornazari, do site Sobrenatural

FONTES Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada de Recife, Fundação Gilberto Freyre; programas de TV Ghost Hunters International (SyFy); Linha Direta (Globo) e Fantástico (Globo); jornais Diário de S. Paulo, Folha de Pernambuco, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Fluminense; sites G1 e R7; revista VEJA; livros Assombrações do Recife Velho, de Gilberto Freyre, Histórias Mal-Assombradas do Caminho Velho de São Paulo e Histórias Mal-Assombradas do Tempo da Escravidão, de Adriano Messias; e tese de doutorado Trabalho e Cotidiano na Mineração Aurífera Inglesa em Minas Gerais: A Mina da Passagem de Mariana (1863-1927), de Rafael de Freitas e Souza